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Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe romance Capítulo 70

“Provocar é fácil. Sustentar o jogo… é outra história.”

Ele não perdeu o controle naquela noite.

Ele apenas decidiu, com precisão cirúrgica… quando iria usá-lo.

O carro parou em frente ao hotel quase à uma da manhã. Edward abriu a porta para ela em silêncio, mas assim que os dois se acomodaram no banco de trás da BMW preta com vidros escuros, a tensão que tinha ficado suspensa a noite toda explodiu.

Mal o motorista fechou a porta, Edward puxou Dayse para o colo dele. A boca dele encontrou a dela num beijo faminto, sem nenhuma delicadeza. As mãos grandes deslizaram pelas coxas dela, subindo pela fenda do vestido até apertar a bunda com força, puxando-a mais contra a ereção que já marcava a calça.

Dayse gemeu contra os lábios dele, enfiando as mãos no cabelo escuro enquanto retribuía o beijo com a mesma urgência. O champanhe ainda fazia sua cabeça girar, mas era o tesão que a deixava tonta de verdade.

— Porra, Dayse… — murmurou contra a boca dela, mordendo o lábio inferior. — Você me provocou a noite inteira. Você não tem noção do que quero fazer com você.

Ele desceu a boca para o pescoço dela, chupando a pele sensível enquanto uma mão subia por dentro do vestido e encontrava a calcinha já molhada novamente. Os dedos dele pressionaram o tecido fino, esfregando o clitóris inchado em círculos lentos e provocantes.

Dayse arqueou, rebolando contra a mão dele, movendo o quadril por conta própria.

— Edward… o motorista… — sussurrou, tentando manter algum resquício de sanidade.

— Ele é pago para não ver nada — rosnou, enfiando dois dedos por baixo da renda e penetrando-a devagar. — E eu não consigo esperar até chegarmos no seu apartamento.

O carro seguia suave pelas ruas na madrugada de Manhattan, mas dentro dele o ritmo era outro. Edward masturbava Dayse com movimentos firmes, curvando os dedos exatamente onde ela precisava, enquanto a boca dele devorava a dela num beijo molhado e sujo. Ela gemia baixinho, tentando abafar o som contra o ombro dele, enquanto cravava as unhas no terno caro.

Quando o orgasmo começou a se formar, rápido e intenso, Edward acelerou o movimento dos dedos.

— Goza pra mim de novo — sussurrou no ouvido dela, a voz rouca. — Quero sentir você apertando meus dedos antes de te foder de verdade.

Dayse gozou com um gemido abafado, sentindo o corpo tremer no colo dele, enquanto as coxas apertavam a mão dele e ela se entregava ao prazer.

Edward tirou os dedos devagar, levou-os à boca e chupou, mantendo os olhos escuros fixos nos dela.

— Deliciosa… — murmurou, com a voz grave carregada de fome.

Dayse ainda tentava recuperar o fôlego, enquanto o peito subia e descia rápido. O carro diminuía a velocidade e, pela janela escura, ela reconheceu a fachada do prédio onde morava. O coração dela deu um salto quando percebeu que estavam chegando.

Antes que o motorista parasse completamente, Edward segurou o queixo dela com firmeza, obrigando-a a olhar para ele.

— Não acabou — avisou, roçando o polegar no lábio inferior inchado pelo beijo. — Nem de perto.

O carro estacionou suavemente em frente ao prédio de Dayse. O motorista saiu e abriu a porta do lado dela com discrição profissional, como se nada tivesse acontecido nos últimos minutos.

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