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Coração Emprestado: A babá da filha do Juiz romance Capítulo 147

Laís

Ele ainda está com a testa encostada na minha, o sorriso torto colado nos lábios, quando sussurra:

“Vem cá, amor.”

A palavra “amor” de novo. Dessa vez soa ainda mais perigosa, porque vem carregada de promessa.

André segura minha mão e me puxa devagar até a cama, que olho indecisa.

Ele se senta na borda e me puxa para seu colo, seus dedos se infiltrando em meus cabelos. Sinto meu corpo todo arrepiar só com o jeito que ele me segura, porque meu corpo já sabe o que vai acontecer em seguida.

“Não podemos fazer barulho,” ele murmura contra minha boca, antes mesmo de me beijar de novo. “Consegue ficar quietinha pra mim?”

Eu nem consigo responder. Só faço que sim com a cabeça, já sem ar.

André se levanta comigo na cama e me coloca sentada ali. Me arrasto até o meio enquanto ele começa a desabotoar a camisa na minha frente, como se tivesse todo o tempo do mundo.

"Apreciando a vista?" ele questiona quando percebe que eu o seco sem nenhuma vergonha.

"Só não mais porque minhas mãos não estão em você." ele ri, e j**a a camisa para o lado, antes de subir na cama e ficar sobre mim.

Nossos olhos se encontram em um carinho de reconhecimento. É como se a vida toda eu estivesse esperando por ele.

"Eu quero ser seu pelo tempo que você quiser, Laís." Então nossas bocas se tocam e o fogo que está começando a se acender em mim explode.

As mãos dele descem pelas minhas costas, por baixo da blusa, pele quente contra pele quente. Ele tira minha roupa sem pressa, peça por peça, beijando cada pedacinho que vai aparecendo, ombro, clavícula, curva do seio. Cada beijo é molhado, lento, reverente.

“Você é tão linda quando está brava… e ainda mais linda quando se entrega assim,” ele sussurra no meu ouvido, voz rouca e baixa.

Eu mordo o lábio pra não gemer quando ele se encaixa entre minhas pernas e me mostra o quanto ele está louco por mim. O peso dele é perfeito. Quente. Seguro.

Ele começa as preliminares como só ele sabe fazer: boca descendo devagar pelo meu pescoço, língua traçando círculos na minha pele, dentes roçando de leve onde sabe que me deixa louca. Uma mão segura meu quadril, a outra sobe pela minha coxa, abrindo minhas pernas com carinho e firmeza ao mesmo tempo.

Quando a boca dele chega entre minhas pernas, eu aperto o travesseiro contra o rosto pra abafar o gemido que quase escapa. Ele é implacável, lento, profundo, dedicado. Língua girando, sugando, dois dedos entrando devagar enquanto ele levanta os olhos pra me olhar. Aqueles olhos verdes brilhando de desejo e algo mais doce.

“Shhh… quietinha, meu amor,” ele sussurra contra minha pele sensível, o hálito quente me fazendo tremer inteira. “Deixa eu cuidar de você.”

Eu seguro o lençol com força, corpo arqueando, boca aberta num grito silencioso. Ele me leva até a beira, me mantém ali, depois me j**a pro outro lado com a boca e os dedos, sem nunca parar de me tocar como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo.

147. Reconciliação 1

147. Reconciliação 2

147. Reconciliação 3

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