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Comprada Pelo Meu Ex Bilionário romance Capítulo 105

“Ettore Bianchi”

O beijo dela tem gosto de memória, mas o corpo… o corpo é pura urgência.

Minha mulher me puxa para mais perto, como se quisesse me devorar.

Minhas mãos encontram sua cintura, apertando-a com força enquanto a empurro contra a parede. Ela geme baixinho quando nossas línguas se encontram, e o som vai direto para o meu pau.

— Porra, Liz — murmuro contra sua boca, mordendo seu lábio inferior. — Você não faz ideia do quanto eu precisava disso depois de todo o estresse.

— Então mostra — ela sussurra, arranhando minha nuca. — Me mostra o quanto me quer.

Não preciso ouvir duas vezes.

Agarro a barra da blusa dela e puxo por cima da cabeça, jogando no chão sem cerimônia. Ela faz o mesmo com minha camisa, os botões voando por todos os lados.

— Você não vai precisar disso — ela ri quando um botão b**e na janela.

— Só preciso de você agora — respondo, descendo os lábios para o pescoço dela.

Suas mãos deslizam pelo meu peito, arranhando de leve, me fazendo gemer. Quando chegam ao meu cinto, não hesitam. Abrem, puxam, libertam.

— Alguém está com pressa — provoco, mesmo ofegante.

— Você não imagina o quanto — ela responde, já abrindo minha calça. — Você é oficialmente meu agora, Ettore Bianchi.

— E você sempre foi… — pauso quando a mão dela envolve meu pau por cima da cueca, arrancando um gemido baixo de mim. — Caralho…

— Senti falta — ela sussurra, mordendo meu lábio. — De você. Por inteiro.

Ela volta a me beijar, me levando ao limite. Num movimento rápido, a viro de costas, pressionando-a contra a parede.

Minhas mãos sobem pelas costas dela até o fecho do sutiã, que em segundos está no chão.

— Ettore — ela geme quando minhas mãos envolvem seus seios por trás.

— Adoro seus gemidos — murmuro no ouvido dela, apertando os mamilos entre os dedos.

Ela empina a bunda contra mim, levando embora qualquer calma que eu ainda pudesse ter. Abro sua calça com pressa, puxando tudo para baixo com a calcinha.

— Porra — solto quando vejo minha mulher completamente nua na minha frente. — Você é perfeita.

— Para de falar. Preciso de você — ela ordena, se virando para me encarar com os olhos escuros de desejo.

Essa mulher decidiu me matar hoje?

Tiro o resto das roupas numa velocidade recorde e a puxo para mim. Nossas bocas se encontram num beijo faminto enquanto caminhamos, cambaleando em direção ao quarto.

Quando chegamos à cama, a deito suavemente no colchão.

— Como na primeira vez — murmuro, a acomodando sob mim.

— Sim… mas dessa vez você não precisa ter cuidado — ela provoca, me puxando com força.

— Não tenho a menor intenção de ser cuidadoso — respondo, me posicionando entre suas pernas.

Liz morde o lábio, sorrindo maliciosamente antes de entrelaçar as pernas na minha cintura e diminuir de vez qualquer distância.

Entendendo a urgência, entro nela de uma vez, e nós dois gememos alto. Ela está apertada, quente, perfeita.

— Senti tanto a sua falta — ela sussurra de repente, acariciando minha barriga ainda suada.

— Quase dois meses ao meu lado e ainda sente minha falta, piccola? — brinco, mas sei exatamente ao que ela se refere.

— Bobo — responde, séria. — Senti falta desse Ettore que só eu conheço. O homem que você é quando não precisa ser o CEO, o Bianchi, o filho… só você.

— Esse homem só existe com você — admito, levantando seu queixo para encará-la. — Foi você quem o criou.

— E foi você quem me ensinou que eu podia ser amada exatamente como sou — retribui, acariciando meu rosto.

— Porque você é perfeita como é — digo, beijando seus dedos. — Fui um idiota por quase deixar você escapar de novo.

— Não vamos mais falar sobre isso — pede, colocando o indicador nos meus lábios.

Voltamos ao silêncio, observando o sol se pôr pela janela. Liz desenha padrões invisíveis no meu peito com as unhas, enquanto acaricio seus cabelos.

— Sabe no que estou pensando? — ela pergunta, depois de um tempo.

— No quê?

— Que talvez devêssemos ficar aqui para sempre — diz, sorrindo. — Neste apartamento, nesta cama, neste momento.

— Se dependesse de mim, ficaríamos — respondo, beijando o topo da cabeça dela. — Mas o mundo lá fora precisa da Liz Bianchi.

— E do Ettore Bianchi — ela completa.

— Verdade — concordo. — Mas hoje, podemos fingir que somos só Liz e Ettore. Dois estudantes completamente apaixonados.

— Apenas Liz e Ettore — repete, sorrindo contra o meu peito.

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