Lila Montgomery
Taylor não esperou mais. Dois passos largos e ele estava sobre mim, com as mãos grandes agarrando meus pulsos e me empurrando de costas na cama. A toalha caiu no chão com um som abafado, e o corpo dele, quente, pesado, me cobriu inteiro. Senti o membro dele, duro, latejando contra minha coxa, e gemi antes mesmo de ele me tocar direito.
— Você quer brincar, Lila? — rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo com força suficiente pra doer gostoso. — Então brinca.
Ele segurou meus dois pulsos com uma mão só, acima da cabeça, e com a outra rasgou a minha camisola. A renda cedeu com um estalo, e os seios saltaram livres fazendo ele gemer baixo ao ver os mamilos duros, rosados, implorando por ele. A boca dele desceu, chupou um deles com fome, enquanto ele me torturava com sua língua me fazendo arquear em busca de mais.
— Taylor… Annn….
— Fique quietinha princesa — mandou, com a voz grave, cheia de autoridade. — Você provocou, agora vai ter que aguentar.
Eu ri, ofegante, e ele respondeu enfiando dois dedos dentro de mim sem aviso me fazendo gemer.
— Ann.. Deus!
Gemi alto, as pernas se abrindo sozinhas. Ele bombeou rápido, enquanto o polegar esfregava meu clitóris em círculos perfeitos, e sua boca voltava pro meu pescoço, chupando, marcando.
— Taylor… por favor…
— Por favor, o quê? — Ele tirou os dedos de repente, me deixando vazia, desesperada. Levantou meu quadril com uma mão, ficando de joelhos sobre a cama e posicionou o pau na minha entrada molhada, entrando devagar.
— Annn… que gostoso! — Eu gritei, sentindo o corpo arrepiar por inteiro. Nesse angulo eu sentia ele todo dentro de mim e era delicioso demais.
Ele não deu tempo.
Começou a movimentar o quadril, lentamente, como uma porcaria de dança erótica. Eu estava molhada, e ver como ele me olhava com fome, enquanto entrava e saia devagar me deixava ainda mais louca.
Eu sentia cada centímetro dele me rasgando, me preenchendo, me destruindo de prazer. As mãos dele nos meus quadris, me puxando contra ele a cada estocada, mais fundo, mais rápido.
— Tay-Taylor… Annn…. — ergui meu corpo me sentando sobre ele. Taylor envolveu a minha cintura com um braço e gemeu alto quando sentiu meus seios roçarem no seu peitoral nu.
— Olha pra mim — rosnou, segurando meu queixo. — gosta de cavalgar no meu pau, não é minha amazona?
Abri os olhos. Ele estava lindo, suado, com os cabelos loiros grudados na testa, e os olhos azuis escuros de desejo.
— Adoro meu cowboy. Adoro cavalgar no meu alazão.
— Então goza princesa… goza gostoso.
Eu gozei assim, olhando pra ele, sentindo o corpo inteiro tremer, gritando o nome dele.
Mas ele não parou. Virou meu corpo de bruços num movimento rápido, puxou meu quadril pra cima e entrou de novo, por trás, mais fundo ainda. Com uma mão, segurou o meu cabelo, o puxando para trás e a outra desceu até a minha intimidade ainda sensível pelo gozo anterior e começou a esfregar o meu clitoris sem piedade. Eu choramingava, babando no travesseiro, perdida.
— Goza de novo, Lila. Goza no meu pau.
E eu gozei. De novo, mais forte. Sentindo as pernas falharem e o corpo inteiro se desfazendo.
Ele gemeu rouco, acelerou, socou fundo uma, duas, três vezes e gozou dentro de mim, quente, pulsando, me enchendo inteira. Depois, caiu sobre minhas costas, ainda ofegante, mesmo assim com cuidado, controlando o peso do seu corpo.
Ficamos assim, colados, suados, tremendo. Ele beijou minha nuca, minha orelha, minha bochecha.

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