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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 192

As palavras dele a fizeram tremer. Kolby, que parecia gentil e calmo, não hesitava em levantar a mão para ela quando estavam sozinhos. Ele não parecia em nada com o homem que ela pensou que seria um marido perfeito! Amaldiçoou o dia em que ouviu a mãe e roubou aquele macho de Lucretia!

— Vá para o quarto, Deidra. Agora — Kolby ordenou, desta vez sem fúria, apenas com uma autoridade fria. — Se você quer manter sua posição e sua vida, não faça mais perguntas sobre o que eu faço ou deixo de fazer.

Deidra lançou um último olhar de puro ódio para Darick e deu as costas, os saltos batendo contra o chão de pedra em um ritmo furioso. Assim que ela sumiu de vista, Kolby voltou-se para o rapaz humano.

— Você deu sorte, garoto. Se ela tivesse visto o frasco, nós dois estaríamos mortos antes do amanhecer — Kolby soltou Darick completamente. — Vá. Diga a Lucretia que Jeane e Jamil estão planejando algo para a audiência. Algo que envolve o Alfa Bellanti abdicar do poder. E faça-a se encontrar comigo. Eu tenho informações para ela.

Darick não esperou uma segunda explicação. Ele correu como se sua vida dependesse disso — e realmente dependia. Ele atravessou os jardins e entrou na ala médica, onde Rhys e Lucretia esperavam por notícias do laboratório.

Enquanto isso, na enfermaria, Elijah McCormack estava sentado em silêncio perto da cama de Macy. Ele não falava nada, apenas observava o ritmo da respiração dela. Harold, do outro lado do quarto, preparava um novo chá.

— O senhor é persistente — Harold comentou, sem olhar para trás.

— Eu não entendo o que ela é — Elijah confessou, a voz baixa para não acordar a jovem. — Eu sinto que deveria estar em outro lugar, com outra fêmea. Mas meus pés não me deixam sair deste quarto.

Harold virou-se, segurando a caneca fumegante.

— Hmm, e que outra fêmea? — Harold questinou. Ele tinha visto a tensão entre Rhys e Elijah. — Lucretia é a mulher do Rhys. Espero que não seja ela.

Elijah inspirou fundo. É, era ela, mesma.

— Não devo explicações!

Harold levantou uma das mãos, mostrando que estava em paz, e sentou-se do outro lado de Macy.

— Se acha a Macy legal e quer se aproximar, sugiro que seja mais gentil.

O falecido marido de Macy era um bom homem, mas Harold não mencionou. Ele podia ver que aquele homem grande e meio bruto estava em um momento de confusão e não queria piorar ainda mais as coisas.

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