Ela sorriu. Ela o estava esperando voltar para ela há tanto tempo! E agora, finalmente, Rhys estava ali, o Rhys dela.
— Você é perfeita! — ele rosnou, o prazer pelo atrito que ela estava causando ao rebolar lhe levando à loucura.
Lucretia olhou para ele, sem dizer nada, apenas deixando que a expressão de puro deleite dela fosse observada por ele. Ela sabia o quanto Rhys adorava ver a companheira sentindo prazer.
Sem aguentar mais, ele arrancou a blusa dela, rasgando a peça e jogando o que tinha na mão para o lado, sentou-se mais uma vez e tomou os dois seios, abocanhando um deles com voracidade. Lucretia soltou um grito, feliz, e rebolou mais rápido.
— Ah, Rhys!
Ele apenas soltou um gemido abafado, sugando com mais força. Então, Rhys a deitou na cama e tomou os lábios dela com desejo pouco contido. Uma das mãos dele desceu para a saia dela, tirando a peça. O dedão circulou por cima da calcinha o nó do desejo de Lucretia e ela choramingou.
Ele amava aquele som. Amava saber que estava fazendo com que ela gozasse. E não demorou até que ela chegasse ao ápice. Ele olhava para o rosto dela, agora. Perder aquele momento não era uma escolha.
As mãos de Lucretia estavam nos cabelos de Rhys, a cabeça jogada para trás, o pescoço à mostra.
— Ah, eu te amo. Rhys… eu te amo!
— E eu te amo, Lucretia. Porra, eu te amo pra caralho!
Ele a beijou de novo e algo dentro dele pareceu esquentar, espalhando-se pelas veias. Não era o desejo, era algo a mais. Algo que ao mesmo tempo que o queimava, o aquecia suavemente, dando-lhe uma paz absurda.
Rhys olhou nos olhos de Lucretia e soube que tudo o que ela era dele. Absolutamente dele. E que não importava o que acontecesse, ninguém jamais conseguiria quebrar o que eles tinham.

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