Darick, que agora já sabia sobre o que tinha acontecido no salão — fofoca corria solta —, estava quebrando a cabeça para entender tudo.
— Pelo menos aquele velho foi detido — ele falou, porém, Liam sacudiu a cabeça. — O quê?
— Nada, não tô te repreendendo. Tô apenas pensando: o cara era o Conselheiro, tipo assim, o que falava e os outros ouviam, por anos, e aí mete uma dessa.
— Não é? Ele traiu legal o bando — Garret concordou. — E tudo porque queria tá no poder. Bem burro.
— Sim. E aquela loira lá, a tal que desceu pelo cano com ele. A mulher do pai da ruiva. — Darick soltou uma risada de desdém. — Enganou o Alfa direitinho. E é bem madrasta daquelas histórias que a gente lia: uma bruxa!
Eles riram.
— Mas eu ainda tô com uma pulga atrás da orelha. Acho que aquela filha dela e o marido tem dedo em alguma coisa.
Liam concordou com Garret.
— Eu contei pra vocês que vi a irmã da ruiva. Ela é bem grosseira, mas aquele marido dela. Ele parece que quer ajudar, mas não é bonzinho, não. — Darick disse.
— Não sei como o Rhys aguenta. Ele foi noivo da ruiva. — Liam falou. — E pra mim, tá na cara que fica arrastando asa pra ela.
Enquanto eles falavam, Martin apareceu e ouviu a conversa. Ele concordava com os rapazes. Se fosse ele, não permitiria que o ex arrependido de Haylie ficasse por perto, tentando cair nas boas graças dela. Não que a jovem fosse cair em nenhum papo-furado, no entanto, o desrespeito daquele macho era absurdo.
Quando os humanos perceberam a presença do Beta, eles calaram-se, olhando para o chão.
— Não adianta fingir que não tavam fofocando. Eu ouvi. — Martin disse. — E queria saber por que as três marias estão aqui em vez de estarem treinando. Barry e Larry estão dando o sangue e o suor.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.