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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 186

O jantar de boas-vindas transcorria sob uma cortina de etiquetas rígidas e sorrisos que não alcançavam os olhos. Lucretia observava Jeane, que se portava como a Luna perfeita: servia o marido com delicadeza e mantinha uma conversa trivial sobre o clima e as rotas comerciais entre os bandos. Nada em seu comportamento público dava margem a fofocas. Ela sabia que os olhos do ShadowBlood estavam nela, e sua reputação como a fêmea que "conquistou" o Alfa Bellanti exigia que ela fosse irrepreensível na frente de estranhos.

Rhys, por outro lado, sentia-se um espectador de sua própria vida. Ele comia em silêncio, tentando não demonstrar o desconforto que o perfume de Jeane lhe causava. A lavanda era tão forte que parecia sufocar qualquer outro estímulo sensorial. Ele notou como Corrado, sentado à sua frente, parecia murchar a cada minuto. O sogro, que antes demonstrava lucidez, agora mal conseguia manter o foco na conversa.

— Meu querido, coma um pouco mais — Jeane sussurrou para Corrado, tocando-lhe a nuca com um carinho que Lucretia sabia ser falso. Como ela pode ter pensado que aqueles dois eram um casal, mesmo?

Lucretia apertou os lábios, mas conteve-se. Ela não podia causar uma cena ali, não com o Alfa McCormack e Kolby Sheffer assistindo a tudo com tanto interesse.

Longe do brilho dos cristais do salão, Darick movia-se pelos corredores da ala de hóspedes. Ele não tinha o faro dos lobos para detectar venenos, mas tinha mãos rápidas e um olhar treinado para esconderijos. Enquanto os guardas trocavam o turno na entrada da ala, ele se esgueirou para dentro dos aposentos ocupados pelos Bellanti.

Apesar de ser apenas um almoço, como Corrado estava ficando no bando, era natural receber Jeane também. Ela tinha levado apenas uma pequena bolsa, que foi deixada no quarto que o Alfa do LongFang ocupava.

Rhys não havia pedido nada a ele, apenas chegou a comentar sobre a tal madrasta, e nem disse nada das suspeitas sobre ela ser a tal bruxa. Mas Darick era bem esperto, e quando seus olhos repousaram sobre a mulher, o instinto falou mais alto.

A pequena bolsa de Jeane estava ali, em cima da cama. Darick foi até lá e a abriu. Inicialmente, não parecia haver nada de errado, porém, ao passar a mão pelo forro, notou que tinha no fundo um abaulamento. Ao olhar com mais atenção, havia uma pequena abertura.

Capítulo 186 1

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