Quando já estavam de saída, Macy abaixou-se um pouco para pegar uma cesta, quando sentiu uma pontada de dor. Ela levou a mão à barriga e fez uma careta. E antes que qualquer um pudesse chegar perto, foi Elijah quem a segurou pelo braço e lhe deu apoio.
Macy levantou os olhos, a pele queimando onde tocava a daquele homem que, até o momento, não tinha dirigido a ela uma só palavra.
Elijah não estava diferente. O que era aquilo? E o cheiro dela estava ainda mais delicioso.
Ela sacudiu a cabeça e a soltou, limpando a garganta.
— Pode mesmo caminhar? O bando não fica perto daqui.
Macy mordeu os lábios. Na verdade, ela não queria sair dali, pois todas as memórias físicas que tinha com o marido estavam naquela pequena casa. Porém, pedir que Harold, um idoso, não fosse, era desleal. E ela não poderia ficar ali sozinha, não estando grávida.
— Eu… eu acho que posso, sim.
Elijah remexeu a boca e chamou um dos soldados, que, pelo comando por conexão mental, transformou-se em lobo.
— Eu te ajudo a se acomodar nele. — Macy arregalou os olhos e apontou para o enorme lobo. Ela estava muito chocada para gritar. — Ele não morde. Venha.
— Não! — ela acabou soltando e deu uns passos para trás. — Ele é alto. Eu vou… vou acabar caindo!
Elijah aproximou-se mais dela.
— Prometo que não vai.
Lucretia viu aquela interação e mordeu os lábios. Não, ela não sentiu qualquer ciúmes, apenas confusão inicialmente. Depois, uma ideia surgiu na cabeça dela: e se Macy tivesse algum papel importante, ali?


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.