Rhys notou como ela ficou vermelha e colocou a mão na testa de Lucretia. O cheiro que invadiu as narinas dele foi o de desejo, ele conseguia saber que era isso, e suas próprias pupilas se dilataram.
Os soldados que sentiram o que estava acontecendo remexeram-se desconfortavelmente, enquanto Elijah acabou quebrando a tigela de comida que estava em sua mão, apertando-a forte demais. O som fez com que Lucretia e Rhys despertassem do momento deles.
“Mas que inferno!”, Elijah reclamou e puxou o ar. Ele precisava se afastar um pouco. Aquilo era uma maldita tortura!
Eles armaram tendas e foram dormir, depois que o “banquete” havia terminado. Rhys e Lucretia foram para o mesmo local, no entanto, não esperavam que Elijah entrasse lá, também.
— Aqui não tem espaço para três pessoas — Lucretia disse.
— Você vai dormir aqui. Dois guardas ficam na porta. O Alfa Jarsdel e eu dormiremos em outra tenda.
Rhys estreitou os olhos na direção de Elijah.
— Lucretia e eu somos casados.
— Vai mesmo querer jogar esse jogo? Se fosse por isso, eu deveria estar com ela, deixando a minha marca na pele dela!
Rhys levantou-se imediatamente do chão, onde estivera sentado ao lado da ruiva, e os dois machos pareciam prontos para brigar.
Lucretia também se colocou de pé e usou os braços para afastar os dois.
— Vocês dois! — ela reclamou e olhou para Elijah. — Ele é meu marido, temos o direito de dormirmos juntos. Mas okay… para evitarmos brigas, eu dormirei aqui sozinha. Mas se eu souber que houve qualquer intercorrência, não vai sair de graça, entendeu?

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