— Eu te disse que ela era a mulher do Eduardo, e você insistiu que ela tinha uma relação próxima com o Jefferson. Essa mulher está manipulando os herdeiros de duas grandes famílias, que ainda por cima são primos. Ela é realmente habilidosa.
Carlos estava ao lado de Henrique, com uma mão no bolso da calça, parecendo um delinquente.
— Essa mulher realmente não é simples. Eu já investiguei, e o desaparecimento de Graciele está ligado a ela. Aja de acordo com o plano mais tarde. Depois de conseguir, leve-a primeiro para a minha casa de campo.
Henrique o instruiu.
— Entendido. — Carlos assentiu e se virou, caminhando em outra direção.
Enquanto isso, Ivânia já havia chegado ao segundo andar da mansão com Eduardo.
Esta mansão de três andares era toda para receber os convidados. O segundo andar também era uma área de recepção.
Fernanda, vestindo um deslumbrante vestido de alta costura, conversava e ria com os convidados.
— Tia. — Eduardo se aproximou com Ivânia para cumprimentar Fernanda.
— Eduardo, você chegou! — Fernanda sorriu radiante ao ver seu sobrinho.
Eduardo, então, apresentou formalmente Ivânia a Fernanda.
— Srta. Paiva. — O olhar de Fernanda passou rapidamente por Ivânia, com um sorriso nos olhos, mas um sorriso fraco.
Ivânia era apenas uma neta desfavorecida da família Castilho, naturalmente, não estava à altura dos olhos de Fernanda. O fato de Fernanda se dignar a trocar algumas palavras com ela já era um favor a Eduardo.
Ivânia conhecia seu lugar e ficou discretamente ao lado como um enfeite. Ela nunca foi de forçar uma simpatia que não existia.
— O baile é no terceiro andar, os jovens estão todos lá em cima. Jefferson, leve seu primo e a Srta. Paiva para o andar de cima. — acrescentou Fernanda.
Jefferson estava conversando com alguns colegas do outro lado. Ao ouvir sua mãe chamá-lo, ele se virou.
Seu olhar passou por Ivânia de forma casual, mas carregado de uma indiferença e frieza indescritíveis.

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