Eduardo estacionou o carro e desceu com Ivânia.
Só então Ivânia percebeu que os amigos de Eduardo eram, na verdade, Henrique, Graciele, Jefferson e Zenobia.
Ivânia ficou sem palavras.
Ela se perguntou se ainda dava tempo de se arrepender e não ir mais.
Desde que se casou com a família Damasceno, Graciele parecia ter se tornado muito mais contida. Provavelmente, os métodos da família Damasceno para disciplinar as pessoas eram extraordinários.
Graciele mantinha a cabeça baixa, com uma aparência submissa e tímida, e quase não falava.
Em contraste, Zenobia cumprimentou-os com desenvoltura.
— Eduardo, Srta. Paiva.
Depois de falar, ela piscou para Eduardo e brincou.
— Eu já desconfiava que você estava cortejando a Srta. Paiva, mas o Jefferson não acreditava. Eduardo, a Srta. Paiva já é sua namorada?
Eduardo olhou de relance para Ivânia e sorriu gentilmente.
— A batalha ainda não foi vencida.
— Oh, a Srta. Paiva é tão bonita, deve ser difícil de conquistar. Então, boa sorte, Eduardo. — continuou Zenobia, com um sorriso radiante.
Ivânia manteve seus belos olhos de raposa semicerrados, com uma expressão calma e indiferente, sem participar da conversa.
Zenobia brincou com Eduardo por mais alguns instantes e, vendo que Ivânia não reagia, desistiu.
Jefferson, que estava ao lado de Zenobia, apenas cumprimentou Eduardo e, sem sequer dirigir um olhar a Ivânia, passou por eles e caminhou em direção à costa.
Naquele momento, um iate particular estava ancorado na beira do mar.
Em seguida, o grupo embarcou no iate, um a um. A embarcação navegava lentamente, flutuando tranquilamente no mar. Eduardo e Henrique pegaram varas de pescar e começaram a pescar no convés.

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