Sérgio foi condenado a sete anos de prisão, mas, aparentemente insatisfeito com a sentença, instruiu seu advogado a apelar.
Um mês depois, seu caso foi para a segunda instância.
Mas Sérgio jamais imaginou que seu caso passaria de um crime financeiro para um crime penal.
Quando viu Mônica sentada no banco do autor no tribunal, ele ficou completamente chocado.
— Mônica? Sua vagabunda, você não morreu? Por que você não morreu?! — Sérgio gritou, emocionalmente descontrolado e instintivo.
— Réu, por favor, acalme-se. — Sérgio foi forçado a se sentar no banco dos réus por dois policiais.
— Eu não morri. O Sr. Torres deve estar muito desapontado, não é? — Mônica disse do banco do autor.
Suas roupas largas cobriam seu corpo magro e frágil.
Seu rosto ainda estava pálido, mas seus olhos brilhavam com sarcasmo e um ódio profundo.
Os médicos haviam dito que seria um milagre se Mônica acordasse.
Mas quem poderia afirmar que milagres não existem neste mundo?
Mônica não morreu.
Ela sobreviveu com uma vontade de viver inabalável.
Mas Sérgio precisava morrer.
Mônica trabalhou na Vivaz Entretenimento por muitos anos e também tinha provas dos crimes de Sérgio.
Sérgio a forçou a dormir com vários investidores e pessoas poderosas, e Mônica uma vez gravou um áudio disso.
Além disso, Mônica sabia que Sérgio havia causado a morte de uma artista contratada pela empresa.
A artista era uma garota menor de idade que entrou no mundo do entretenimento após participar de um reality show e foi enganada por um agente da empresa de Sérgio para assinar um contrato.
A garota era bonita, jovem e fresca, e logo chamou a atenção de um figurão.
Mas ela tinha um temperamento forte e, por mais que Sérgio oferecesse dinheiro e recursos, ela se recusava.
Para agradar o figurão, Sérgio acabou drogando a garota.

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