Vivienne não tem intenção de resistir. Mesmo que quisesse, seria impossível. Ela está completamente entregue ao domínio, ao desejo e ao controle absoluto de Dominic, que parece conhecer cada centímetro de seu corpo, tocando-a de maneiras que a deixam sem ar. Quando ela levanta os braços, seu gesto quase inocente, ele sorri de maneira maliciosa, os olhos queimando de excitação, enquanto suas mãos deslizam pelo corpo dela. Ele saboreia cada curva, cada reação, antes de puxar o vestido pela cabeça dela. Sem cerimônia, descarta a peça no chão como algo insignificante, um obstáculo que o impedia de apreciar a perfeição que estava escondida.
— Perfeita. — Dominic murmura, sua voz rouca e carregada de uma admiração que faz o corpo dela estremecer. Suas mãos exploram com fervor, descendo por suas curvas, enquanto seus lábios descem até os seios dela. Ele reveza entre um e outro, provocando-a com lambidas provocantes, chupadas intensas e mordidas suaves que a fazem arquear as costas, gemendo de prazer. — Diga, Vivienne! — Ordena, a voz mais grave, segurando o queixo dela e forçando-a a encará-lo, enquanto seus lábios roçam os dela. — Diga que quer ser minha. — Continua, a respiração quente e irregular contra sua pele, o tom tão carregado de comando que ela sente o corpo obedecer antes mesmo de responder.
— Dom! — Vivienne suspira, movendo-se no colo dele, sentindo cada fibra de desejo pulsando entre eles. Ela encontra os olhos dele, onde o tesão é quase sufocante. — Quero ser sua. — Declara, mordendo os lábios, consciente do impacto que seu gesto tem sobre ele. — Me faça sua, Dominic! — Exige, os olhos fechando-se quando sente os dentes dele mordendo suavemente seu mamilo, arrancando dela um gemido alto e cheio de necessidade.
Vivienne se esfrega contra a ereção dele, o ritmo ficando mais rápido, mais intenso, tomada por uma necessidade insaciável de senti-lo completamente. Sua respiração é pesada, e suas mãos encontram os cabelos dele, segurando com força, oferecendo-se ainda mais. Os toques da língua e dos lábios dele enviam ondas de prazer pelo corpo dela, fazendo-a perder completamente o controle.
Mas, o toque agudo e insistente do celular rompe o clima, interrompendo o momento com uma brutalidade irritante. Vivienne se sobressalta, o som invasivo arrancando-a do transe e trazendo-a de volta à realidade abruptamente.
— Não. — Murmura, suas mãos segurando firmemente a cintura dela, impedindo que ela se mova. Seus olhos estão escuros, carregados de desejo frustrado. — Apenas ignore, pequena. — Orienta, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto a puxa novamente para mais perto. Seus lábios deslizam pelo pescoço dela, quentes e insistentes, numa tentativa de apagar a interferência irritante que insiste em roubá-la dele.
— Dominic, me solta. — Ordena, a voz hesitante, mas determinada, enquanto tenta recuperar o controle sobre si mesma. — Você não pode fazer esforços. — Acrescenta, tentando manter a razão, enquanto repete as palavras de Louis como um mantra, algo para afastar o desejo que ainda fervilha nela.
— Você está por cima, Vivienne. — Rebate, um sorriso travesso brincando em seus lábios, enquanto suas mãos deslizam pela cintura dela. — Não me esforçarei. — Sussurra, seus lábios retornando aos seios dela, mordiscando suavemente o mamilo, fazendo-a gemer antes que pudesse conter. — Viu? Seja lá quem ousou interromper nosso momento, finalmente desistiu. — Provoca, um sorriso satisfeito surgindo em seus lábios ao ouvir o silêncio que se segue. Mas sua vitória é curta, pois o toque irritante do celular ecoa novamente, mais insistente do que antes, arrancando um olhar sombrio e frustrado dele.
— Sem esforços desnecessários. — Repete, com firmeza, escapando das mãos dele e se levantando da cama, mesmo que cada parte de seu corpo implore para ficar.
— São muito necessários, Vivienne. Muito! — Resmunga, sua voz carregada de frustração, enquanto se j**a contra os travesseiros, o olhar voltado para o teto. Ele suspira pesadamente, enquanto o celular continua a tocar, um lembrete cruel da interrupção que ele não conseguiu evitar.
— Alô. — Vivienne atende, mantendo a voz neutra, enquanto sente o olhar de Dominic fixo nela, queimando como uma presença inescapável.
— Senhorita Bettendorf, boa tarde. — A voz tranquila e educada responde do outro lado. — Aqui é Sofia Nowak, da OptiFin Solutions. — Apresenta-se com profissionalismo. — Espero que esteja tudo bem com você.

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