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A babá do Magnata de Gelo romance Capítulo 185

Hannah Brooks.

Minha mente ainda tenta sair da névoa do sono, mas o meu corpo é atropelado por um choque elétrico. O calor da boca dele entre as minhas pernas não é um sonho; é Cael de verdade. O peso, a força, a boca faminta que devora o meu clitóris com uma urgência que me faz perder o ar.

A sensação da língua dele me lambendo de baixo para cima, sugando a minha carne com força, faz a minha bacia saltar do colchão por puro reflexo.

- Ah... caralho, Cael!- O grito sai rasgado da minha garganta, a minha voz rouca do sono se misturando ao som alto e molhado da saliva dele na minha intimidade.

Enrosco meus dedos nos cabelos escuros e ainda úmidos do banho dele, puxando a cabeça dele com força contra a minha vulva.

Eu estou encharcada.

Duas semanas sem o toque dele me deixaram no limite, e o choque de ter a boca do meu homem me lambendo de surpresa faz a minha vagina pulsar de forma violenta, me deixando ainda mais molhada.

Cael não perde tempo.

Ele ergue a cabeça por um segundo, os olhos azuis queimando no escuro, quase negros de tesão. Um sorriso malicioso brinca em seus labios.

Sem me dar margem para respirar, ele desce uma das mãos até a minha entrada encharcada e enfia dois dedos de uma vez só.

- Porra!- Eu me arqueio inteira, as unhas cravando no couro cabeludo dele enquanto sinto a largura daqueles dois dedos grossos me esticando.

Cael estoca os dedos para dentro e para fora com precisão em um ritmo rápido e pesado que faz um barulho pornográfico de carne molhada ecoar pelo quarto. Ao mesmo tempo em que me fode com os dedos, a mão livre dele segura a minha coxa e a abre ainda mais, enquanto a boca dele volta a atacar o meu clitóris, mordiscando a ponta rígida.

O estímulo duplo trás uma sensação gostosa. Meus pés se cravam no colchão, meu quadril rebolando sem controle na direção da mão dele, acompanhando o ritmo frenético das estocadas. Sinto os dedos dele rasparem no meu ponto mais sensível lá dentro, enquanto a língua dele lambe o meu botão sem parar.

O tesão acumulado de dias longe explode de forma visceral.

- Cael, eu vou... eu vou gozar! Puta que pariu, mais rápido! - eu grito, soltando o cabelo dele para agarrar as cobertas.

Ele aumenta a velocidade dos dedos, estocando até o talo dentro da minha intimidade enquanto esmaga o meu clitóris com o polegar. Meu corpo trava. Minha vagina sofre uma contração brutal, esmagando os dedos dele de forma frenética enquanto o primeiro orgasmo me rasga ao meio.

Eu grito alto, o peito subindo e descendo de forma desgovernada sob a camisa branca dele, a lubrificação jorrando quente sobre a mão dele na cama.

Nem bem o meu corpo para de tremer, Cael puxa os dedos ensopados de mim. O som do desencaixe é alto. Ele sobe pelo meu corpo agora livre da camisa que eu usava. como um predador, jogando a toalha para o lado e ficando completamente nu sobre mim.

O pau dele, absurdamente grosso, duro e latejante, roça direto na minha entrada encharcada.

A cabeça do pau dele cutuca os meus lábios vulvares, espalhando o meu próprio gozo na extensão da carne dele.

Ele segura o meu rosto com uma das mãos, e me beija com devoção. Sinto o gosto de mim mesma na boca dele, a língua dele invadindo a minha com a mesma fome de quando estava lá embaixo.

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