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A babá do Magnata de Gelo romance Capítulo 166

Hannah Brooks.

Serena tenta aproveitar o momento de distração para rastejar para longe, o nariz sangrando, os cachos perfeitamente moldados transformados em uma maçaroca desajeitada e os lábios cortados.

A pegada do Cael ao redor da minha cintura vacila por um breve segundo.

Esse único milissegundo de hesitação é tudo o que eu preciso.

A raiva que queima no meu peito não é apenas adrenalina, é um incêndio descontrolado que consome qualquer réstia de razão que me sobrou.

Eu me torço com violência nos braços do Cael, fincando as unhas nos pulsos dele até que ele me solte, e avanço em passos largos e firmes em direção a Serena.

A vadia já havia conseguido se arrastar para longe e se colocar de pé com extrema dificuldade. Estava encostada em uma das colunas de mármore, o vestido vermelho rasgado, o nariz escorrendo sangue e o salto quebrado na mão, tentando desesperadamente reaver o fôlego e recompor a dignidade destruída.

Ela realmente achou que o show tinha acabado.

Coitada.

Antes que ela consiga dar o primeiro passo para fugir, eu me aproximo por trás como um pesadelo e meto a mão com tudo na raiz do cabelo dela outra vez. O solavanco é tão violento que a cabeça da desgraçada vai bruscamente para trás.

Serena solta um estridente e agudo grito de horror que rasga o teto alto da mansão, cobrindo o rosto com as mãos e tentando se contorcer sob o meu aperto.

- Cala a boca, puta! Eu ainda não terminei com você! - Rosno bem ao pé do ouvido dela, a voz grave, trêmula de ódio e carregada de uma promessa mortal.

Sem dar o menor espaço para ela respirar, puxo a cabeça da infeliz para o lado e meto mais dois t***s de mão aberta em cheio no rosto dela.

O som seco dos golpes ecoa brutalmente pelo salão, estalando contra a pele que já estava viva e em carne viva.

Serena desaba em um choro copioso, estridente e desesperado. A maquiagem cara escorre em linhas pretas e borradas pelo rosto, o sangue do nariz se mistura às lágrimas e o choro de dondoca vira um ganido humilhante diante dos olhares estupefatos da elite.

Em vez de soltá-la, dou mais uma volta com os fios loiros do megahair dela ao redor do meu punho, trancando a cabeça dela junto ao meu quadril, e começo a andá-la à força.

Eu arrasto Serena pelo salão de mármore.

Ela vai tropeçando nos próprios pés, descalça de um lado, chorando e gritando enquanto é puxada sem dó nem piedade pelo caminho principal. As pessoas vão se abrindo como o Mar Vermelho, recuando em choque, trombando nas mesas de garçons e levando as mãos à boca em pânico absoluto.

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