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A babá do Magnata de Gelo romance Capítulo 165

Hannah Brooks.

Sinto o ardor escaldante do tapa tomando conta da minha face, fazendo minha pele queimar como se tivesse sido atingida por ferro em brasa. Fecho os meus olhos por um segundo curto, mas que parece dura uma eternidade. Respiro fundo, sentindo o sangue pulsar nas minhas têmporas, e tomo a decisão mais importante e libertadora daquela noite.

Mando a porra do meu autocontrole para a casa do caralho.

Viro o rosto devagar para encarar aquela puta de esquina. Um sorriso presunçoso e repugnante toma conta dos lábios da vadia à minha frente, como se ela acreditasse genuinamente que havia vencido a disputa.

- Isso é para você aprender a não se meter onde não deve - ela diz, a voz pingando aquela soberba nojenta enquanto ajeita a postura. - Junte os seus trapos e saia desta propriedade. Você não pertence a este lugar, flor. Alguém tão imunda quanto você não...

Eu não a deixo terminar a porra da frase.

Antes que ela possa concluir o veneno que sai daquela boca suja, avanço em sua direção como uma leoa enfurecida. Minha mão esquerda voa com precisão e agarra a raiz dos seus cachos dourados, enrolando os fios impecáveis do megahair com força ao redor do meu pulso e puxando a cabeça dela bruscamente para baixo.

O grito agudo de dor vindo da garganta dela ecoa por todo o salão de mármore, misturando-se instantaneamente aos suspiros e exclamações de absoluto choque dos convidados à nossa volta.

- Você acha mesmo que pode sumir por quatro anos, voltar do quinto dos infernos e ainda exigir alguma coisa nessa porra? - Minha voz ecoa brutal e fria, rasgando o ar enquanto ela desengonça o corpo, gritando e se debatendo contra o meu aperto de aço.

Sem pensar duas vezes e impulsionada por cada mês de fúria contida, ergo a mão direita e acerto um tapa de mão aberta em cheio na face dela, descarregando toda a força do meu corpo.

O som estalado e violento ecoa pelo ambiente como um tiro, fazendo a cabeça dela balançar. Serena grita em puro desespero, os olhos arregalados em choque, tentando desesperadamente empurrar meus braços para se soltar do meu aperto.

Puxo os cabelos dela com ainda mais violência, trazendo a cabeça da desgraçada de volta para a posição e desferindo um segundo tapa de arrebentar na outra bochecha. Os gritos estridentes dela se misturam ao eco da sequência impiedosa de estalos que começo a descarregar na cara dessa desgraçada.

- Quer gritar? Então grita agora, sua vadia! - Rosno, acertando o quinto tapa seguido sem dar espaço para ela respirar. O rosto dela, antes pálido e impecável, agora está completamente espancado, tomado por um vermelho vivo onde as marcas desenhadas dos meus cinco dedos sobressaem com violência na pele. - Isso é para você aprender a nunca mais levantar a mão para mim!

Antes que eu possa acertar o sexto golpe para fechar a conta, sinto um puxão brusco e doloroso na raiz do meu próprio cabelo. Um grito de raiva escapa da minha garganta, ecoando pelo salão. Essa piranha teve mesmo a audácia de tentar revidar e enfiar as unhas na minha cabeça?

O ódio cega a minha visão. Não dou nem meio segundo de vantagem para ela.

Uso o peso do meu próprio corpo com violência, projetando meu tronco para a frente e me jogando com tudo contra a estrutura magra dela.

Consigo desequilibrar aquela vadia por completo. Serena cambaleia desesperada sobre os saltos agulha, os braços agitados no ar, mas a desgraçada se recusa a soltar a porra do meu cabelo.

O resultado é catastrófico e lindo de se ver.

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