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A babá do Magnata de Gelo romance Capítulo 107

Cael Sterling.

Eu não dou tempo para ela se recuperar. Começo a massagear o clitóris dela com o polegar, um movimento rápido, molhado e rítmico que aproveita a lubrificação natural dela e a fluidez da água morna. Ao mesmo tempo, mordo de leve o lóbulo da sua orelha, descendo os meus lábios pelo seu pescoço, deixando marcas vermelhas na sua pele alva com os dentes.

- Cael... por favor... para... para de brincar - ela implora, as mãos dela agora se agarrando aos meus braços na água, as unhas cravando-se nos meus antebraços em busca de um ponto de apoio. Ela rebola freneticamente contra o meu pau, que já está completamente duro, latejando contra a base da sua coluna. - anda.... me fode, porra... não faz isso de novo.

- Você não dita as regras na minha banheira, amor - respondo entre dentes, aumentando a velocidade dos meus dedos lá embaixo.

A sensação da água morna batendo contra o estímulo direto é forte demais. A Hannah começa a choramingar, o corpo dela se contorcendo entre as minhas pernas, o quadril subindo e descendo em uma tentativa desesperada de aliviar o tesão que eu estou reasendendo à força.

Com um movimento cirúrgico, eu afasto as pernas dela ainda mais com os meus joelhos. Minha mão que estava no ventre dela desce, espalmando-se entre as suas coxas, me dando o ângulo perfeito. Eu deslizo dois dedos para dentro dela de uma vez só, sentindo a carne dela me sugar com uma força absurda, completamente encharcada e quente, contraindo-se ao redor da minha mão como se implorasse pelo meu pau.

- Cael! - O grito dela sai rasgado, o corpo arqueando tanto que os seios emergem totalmente da espuma, os mamilos rígidos apontando para o teto.

- Aguente senhorita Brooks, Você não queria testar a minha idade? - provoco, o meu hálito quente queimando a nuca dela enquanto eu estoco os dedos com força para dentro e para fora, enquanto o meu polegar continua esmagando o seu clitóris por fora. - Eu vou te fazer gozar na água antes mesmo de colocar o meu pau em você. E depois, você vai me pedir desculpas de joelhos.

O ritmo que eu imponho por baixo d'água é impiedoso. O som da água agitando-se na banheira e transbordando para o chão se mistura aos gemidos escandalosos dela, criando uma atmosfera de puro pecado naquele banheiro monumental. Hannah está completamente entregue ao meu comando, os braços jogados para trás, agarrando-se aos meus ombros enquanto eu a levo, centímetro por centímetro, direto para o próximo precipício.

A água morna da banheira parece ferver ao redor dos nossos corpos conforme a agitação se intensifica. Hannah está completamente desgovernada sob o meu toque; a pele alva está vermelha pelo calor e pela fricção, e as mãos dela apertam meus antebraços com uma força surpreendente para quem dizia estar sem energia. Os jatos de ar do transbordo são o único som mecânico em meio aos gemidos arrastados que ela tenta sufocar contra o próprio pulso.

- Cael... caralho... eu vou... - o aviso morre em um fio de voz, o peito arfando de forma violenta conforme a espuma da banheira escorre pelos seus seios fartos.

- Goza, garota. Goza para mim - comando no ouvido dela, a minha voz saindo como um rosnado baixo, impiedoso.

Aumento a pressão do polegar no clitóris dela, esmagando o pequeno botão de carne por baixo d'água, enquanto meus dois dedos estocam fundo, alcançando o limite do seu colo em um ritmo brutal e molhado.

O corpo dela tensiona por completo. As pernas de Hannah se esticam na banheira, os dedos dos pés se contraindo contra o mármore negro do fundo enquanto ela solta um grito agudo, longo, que reverbera pelo teto alto do banheiro. A intimidade dela sofre um curto-circuito absoluto, contraindo-se em espasmos violentos e dolorosamente apertados ao redor dos meus dedos, expelindo jorros de lubrificação que se misturam à água aquecida. Ela se desfaz de puro prazer, a cabeça caindo pesada contra o meu peito, os ombros tremendo de exaustão enquanto o orgasmo a dilacera por inteiro.

Eu a seguro firme contra mim, deixando que ela sinta cada batimento descompassado do meu coração, sabendo que acabei de desarmar a sua marra mais uma vez. Retiro meus dedos devagar de dentro dela, sentindo o aperto residual do seu clímax me sugar até o último segundo.

Hannah permanece imóvel por alguns segundos, a respiração vindo em soluços curtos e manhosos, os olhos verdes semicerrados, completamente entregue e anestesiada pelo prazer que acabei de injetar nas suas veias.

- Você... é um monstro, chefinho... - ela choramiga, a voz arrastada, virando o rosto de leve para tentar me encarar com o que sobrou do seu deboche, embora o sorriso trêmulo nos lábios a denuncie por completo. - Acho que... você provou o seu ponto. Estamos quites.

Deixo um riso sombrio e completamente satisfeito escapar.

- Quites ? Você realmente não me conhece, amor.- respondo, a minha voz descendo para o tom mais denso e possessivo que possuo.

Seguro-a pelos quadris escorregadios e, sem qualquer esforço, inverto a nossa posição na banheira monumental. Puxo o corpo dela para a frente, forçando-a a ficar de joelhos contra o mármore negro, virada de costas para mim. A elevação a deixa com o quadril empinado para fora da água, a carne farta das suas nádegas brilhando sob a luz âmbar, completamente exposta e vulnerável ao meu tamanho.

- Cael... espera, a banheira... - ela tenta protestar, as mãos espalmando-se na borda de pedra para buscar equilíbrio, a cabeça baixa enquanto ela arfa, sentindo o calor do meu pau, absurdamente duro e latejante, alinhar-se contra a sua entrada ensopada.

- Você me desafiou, garota. Perguntou se eu aguentava o tranco - sussurro, me inclinando sobre as suas costas, pressionando o peso do meu peito nu contra as suas omoplatas. Meus dedos cravam-se na sua cintura, deixando marcas brancas na pele vermelha. - Agora você vai descobrir o que acontece quando cutuca o homem que comanda a sua vida.

Ela se e entrega a mim mais uma vez e eu faço questão de retribuir com o máximo de prazer possivel... ela merece todo o prazer.

********************

☆ Hannah Brooks ☆

Os raios de sol insistem em cortar as frestas da cortina, invadindo o quarto com uma claridade dourada que atrapalha o meu tão merecido descanso. Sinto minhas pálpebras pesadas, mas o verdadeiro choque vem quando tento me mexer: meu corpo inteiro dói. Cada músculo, da ponta dos dedos do pé à minha nuca, lateja em um protesto silencioso, resultado claro e evidente da noite... absolutamente inesquecível de ontem.

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