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A babá do Magnata de Gelo romance Capítulo 103

Hannah Brooks.

☆ Hannah Brooks ☆

O vazio que a ausência das mãos dele deixa em mim é quase físico, uma dor surda de pura privação que me faz debater na cama.

Minha intimidade continua contraindo em falso, expelindo nossa umidade nos lençóis, enquanto eu tento puxar o ar, o peito subindo e descendo de forma violenta.

- Cael, seu filho da puta... não me deixa assim - xingo entre dentes, a voz embargada pelo tesão acumulado.

Puxo os meus pulsos com força, e o som metálico das correntes batendo contra o ferro da cabeceira ecoa pelo quarto como um lembrete cruel.

O ar condicionado b**e contra a minha pele úmida, me fazendo tremer de frio e de tesão, enquanto eu tento controlar a respiração descompassada.

As algemas pesam nos meus pulsos, um lembrete constante de que não posso fazer absolutamente nada para aliviar a queimação que consome o meu ventre.

- Cael Sterling, seu filho da puta...Volta aqui, porra!

Ele não responde.

Sinto a frustração crescente dentro de mim, aumentando ainda mais.

- Cael Sterling... eu juro pelos céus que vou comprir a ameaça de te castrar se você não voltar aqui agora e me foder como eu mereço... - minha voz ecoa... mais chorosa do que eu gostaria.

No silêncio tenso, ouço os passos calmos dele se moverem em direção a algum lugar, que eu imagino ser aquele painel repleto de adereços.

Osom de algo sendo manipulados me deixa em alerta máximo, e logo em seguida, um zunido contido e ultra-grave vibra no ambiente.

Zum-zum-zum...

É um motor potente, silencioso, mas que faz meu coração saltar na garganta. Ele está voltando, e não está de mãos várias, eu conheço esse som graças a minha pequena... coleção.

O colchão afunda de forma bem entre as minhas pernas quando Cael retorna.

Ele não diz uma única palavra, o que torna tudo dez vezes mais excitante e aterrorizante.

Sem qualquer aviso, sinto a ponta lisa e vibrante do aparelho encostar na parte interna da minha coxa direita, deslizando devagar pela pele que ainda queima por causa do óleo morno.

A vibração é tão intensa que faz a minha perna inteira sofrer um espasmo involuntário, mas o verdadeiro choque vem a seguir.

Cael se inclina, jogando o peso do seu corpo largo sobre mim. Uma das mãos dele, ainda escorregadia de óleo, desliza por meu corpo, cravando no meu seio direito com uma voracidade selvagem, apertando a carne com força, moldando a minha fartura ao seu toque, enquanto ele ataca o meu mamilo esquerdo direto com a boca.

A sucção que ele faz ali é faminta, quente e molhada; os dentes dele cravam de leve na pele sensível, me puxando e me mordendo com uma agressividade deliciosa que me faz soltar um ganido.

Ao mesmo tempo, lá embaixo, ele guia o vibrador.

O óleo espalhado faz com que a ponta do aparelho escorregue com uma facilidade pornográfica pelas minhas dobras, lubrificando ainda mais a minha carne ultra-sensível, até que Cael pressiona o topo vibratório com força total direto contra o meu clitóris.

O impacto elétrico me faz soltar um grito agudo, o som ecoando alto pelo quarto.

- Filho da puta...- Minhas costas arqueiam tanto que apenas a minha cabeça e os meus calcanhares tocam o colchão.

As correntes das algemas estalam freneticamente na cabeceira de ferro, num ritmo caótico, acompanhando os tremores do meu corpo. É um curto-circuito sensorial absoluto.

Meu cérebro tenta processar o contraste absurdo das sensações: em cima, a boca dele me devorando, a língua áspera lambendo meus mamilos rígidos e o peso de seu corpo me esmagando contra a cama; embaixo, a potência mecânica e ultra-rápida do brinquedo me castigando.

Ele move o vibrador em círculos rápidos, esmagando o meu clitóris, fazendo o óleo espesso chiar entre a nossa pele.

Com um movimento firme e cirúrgico, ele inclina o vibrador para baixo e o empurra de uma vez para dentro da minha entradaa encharcada.

A invasão mecânica faz meus olhos revirarem por trás da venda. O formato do brinquedo entra me esticando, preenchendo o vazio de uma forma fria e artificial, mas a vibração interna rebate direto nas paredes da minha bacia, me fazendo chorar de puro prazer.

Ele começa a estocar o vibrador para dentro e para fora de mim com firmeza, uma penetração elétrica e profunda que faz minha intimidade sugar o aparelho, contraindo-se desesperadamente ao redor do motor.

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