— Diretor Dourado, que coincidência.
João queria apenas ignorá-los, mas Talita cumprimentou Sandro de forma calorosa. Ela inclinou a cabeça e se encostou ao corpo do homem de maneira íntima. — Ouvi dizer que o bolo de osmanthus daqui é excelente. Eu disse que queria provar, e o João achou um tempo para me trazer. Depois, ele ainda precisa voltar para o Grupo para uma reunião. Ele é tão ocupado.
— É mesmo?
O olhar de Sandro passou sutilmente pelo rosto frio de João. — Então, tenham um bom encontro.
Depois disso, ele deu passos largos e foi em frente junto com Vânia.
Vânia passou por João.
O corredor não era muito largo. Ao passarem, o ombro dela esbarrou de leve no braço forte e sólido do homem, duro como ferro sob o terno preto, onde ela não podia ver, contendo uma força tolerante.
Mas o rosto frio de João permaneceu inalterado.
Os cílios abaixados de Vânia tremeram e ela acidentalmente notou...
Havia gaze branca envolvendo as articulações da mão direita dele.
Parecia que o ferimento não era leve.
Ela franziu os lábios e controlou os pensamentos complicados com a maior rapidez.
Não era da conta dela o que acontecia com ele. A Srta. Queroz era quem deveria se preocupar.
Vânia estava sentada no segundo andar, de onde podia observar a paisagem tranquila e agradável do jardim dos fundos. Como ficava em um ambiente fechado, o cenário ali era como primavera o ano todo. Eram dois mundos totalmente diferentes do gelo e da neve lá fora.
Sandro foi lá embaixo buscar o bolo de osmanthus para ela, e agora ela estava sentada sozinha, esperando ele voltar.
O aroma fresco de chá pairava no ar, e uma música rítmica da região Jiangnan tocava ao seu redor:
"A nuvem flutuante se dissipa, a lua brilhante vem ao encontro do homem.
Feliz reunião, bêbado esta noite.
Os patos brincam na lagoa rasa.
..."

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