Entrar Via

Seis Anos em Vão romance Capítulo 104

O som do duplo mergulho e dos gritos atraiu a atenção de todos. Arthur, que estava na varanda, foi o primeiro a reagir.

Ele viu duas cabeças na água. Isabela, que estava mais perto da borda, tossindo e cuspindo água. E Clara, mais longe, se debatendo em pânico.

Ele não pensou. Ele reagiu.

Ele correu e mergulhou na água, nadando com braçadas fortes.

Mas ele não nadou em direção a Clara.

Ele nadou em direção a Isabela.

Clara, que nunca aprendeu a nadar, sentiu o pânico gelado tomar conta dela. A água enchia sua boca, seus pulmões queimavam. Ela viu o vulto de seu marido nadando para longe dela, em direção à outra mulher.

A traição foi mais fria e mais sufocante do que a própria água. Ela estava se afogando. E ele a havia abandonado para morrer.

Quando seus membros começaram a ficar pesados e sua visão a escurecer, um braço forte a envolveu. O jardineiro da mansão, um homem corpulento, a havia alcançado e a estava puxando para a segurança.

Na margem, o caos reinava.

Arthur ajudou uma Isabela soluçante e trêmula a sair da água. Júlia correu para cobri-la com uma toalha.

— Foi ela! — gritou Júlia, apontando para Clara, que estava tossindo e vomitando água, amparada pelo jardineiro. — A Clara empurrou a Isa na água! Eu vi tudo!

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Seis Anos em Vão