Entrar Via

Renascida em Chamas: O Adeus de Serena Alves romance Capítulo 414

Sete horas da noite.

Serena Alves terminou de revisar o último documento, massageando as têmporas cansadas.

Ela pegou o celular e discou o número de Murilo Vieira.

Ela pensava que, com os documentos da caixa de metal já entregues a Endrick Castro, a polícia cuidaria do resto.

Tanto ela quanto Murilo Vieira poderiam finalmente descansar por alguns dias.

No entanto, ninguém atendeu ao telefone de Murilo Vieira.

Serena Alves franziu a testa.

Um sentimento de inquietação começou a crescer dentro dela.

Ela apressou o passo em direção ao estacionamento, entrou no carro e dirigiu para o Hospital Militar.

Ao chegar ao hospital e abrir a porta do quarto, encontrou tudo em silêncio.

Viu que a outra cama estava claramente ocupada, mas não havia ninguém ali.

Um brilho de confusão passou por seus olhos.

Serena Alves se virou e saiu do quarto.

Depois de confirmar com a enfermeira de plantão que Murilo Vieira havia pedido licença e saído do hospital, sua inquietação atingiu o auge.

Enquanto isso, Murilo Vieira dirigia em direção à fábrica abandonada na zona oeste da cidade.

-

Na fábrica abandonada.

Marcos Pacheco olhou para André Cruz, amarrado a um pilar no centro da fábrica, com um sorriso nos lábios.

Vendo que estava quase na hora, ele posicionou uma dúzia de homens em seus esconderijos e ordenou:

— Fiquem todos alertas. Assim que Murilo Vieira entregar a caixa de metal, ataquem e capturem-no. Se ele tentar alguma gracinha, matem este homem imediatamente!

— Sim!

Os homens responderam em uníssono, estalando os dedos.

Do lado de fora da fábrica, o carro de Murilo Vieira parou lentamente.

Ele abriu a porta e pegou do banco do passageiro a caixa de metal que preparara com base na descrição de Henrique Serena.

Então, caminhou em direção ao interior da fábrica.

A iluminação lá dentro era fraca.

Apenas uma luz central iluminava Marcos Pacheco, sentado em uma poltrona, e ao seu lado, André Cruz, coberto de ferimentos.

— Murilo Vieira, você realmente veio.

Ao ver a caixa de metal nas mãos de Murilo Vieira, Marcos Pacheco sorriu.

De fato, os seres humanos são egoístas.

Entre seus próprios interesses e a mulher que amam, a escolha é sempre a primeira opção.

Quanto a Murilo Vieira, já que ele tinha visto o conteúdo, não sairia dali vivo hoje.

O capanga se aproximou de Murilo Vieira com cautela, apontando uma arma para seu peito enquanto se agachava diante da caixa de metal.

— Abra e veja. — ordenou Marcos Pacheco.

Ele só precisava confirmar se o conteúdo da caixa era verdadeiro ou falso.

O homem obedeceu e levantou a tampa da caixa.

O veludo vermelho-escuro apareceu, e dentro, o livro-caixa, a cópia do acordo e a cópia da lista eram réplicas perfeitas.

Até as marcas de amarelado no papel foram imitadas com perfeição.

Ele folheou algumas páginas rapidamente e, erguendo a cabeça, assentiu para Marcos Pacheco.

— É verdadeiro.

Um sorriso triunfante surgiu nos lábios de Marcos Pacheco.

— Tragam o homem.

Outros dois capangas saíram das sombras, desamarraram André Cruz e o arrastaram, um de cada lado, em direção a Murilo Vieira.

Murilo Vieira deu um passo à frente para ampará-lo, mas Marcos Pacheco de repente ergueu a mão e assobiou.

Instantaneamente, das sombras ao redor da fábrica, surgiram mais capangas armados.

Eles cercaram Murilo Vieira e André Cruz, com as armas apontadas para eles.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Renascida em Chamas: O Adeus de Serena Alves