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Renascida em Chamas: O Adeus de Serena Alves romance Capítulo 413

— Mas...

Ele acariciou o queixo e se virou para o homem moribundo atrás dele.

— Ainda bem que eu estava preparado.

Ele chutou o peito do homem.

O som surdo foi acompanhado pela tosse do homem, e sangue escorreu do canto de sua boca.

— Só não sei qual será a escolha de Murilo Vieira entre a própria vida e a de sua mulher.

Dizendo isso, ele pegou o celular e tirou uma foto do homem.

"Murilo Vieira, este é o doador que pode salvar sua vida. Às oito da noite, na fábrica abandonada da zona oeste. Venha sozinho e traga a caixa de metal que pegou da antiga casa da família Alves em troca dele. Se faltar uma única condição, pode esperar pelo corpo."

Vendo a notificação de que a mensagem foi enviada, Marcos Pacheco sorriu satisfeito.

— Os sábios se adaptam às circunstâncias. Espero que Murilo Vieira não me decepcione.

-

Hospital.

Murilo Vieira olhou para a foto em seu celular, seus olhos escurecendo.

André Cruz estava mesmo nas mãos de Marcos Pacheco!

Parece que, enquanto ainda estava no exterior, ele investigou a fundo todas as pessoas ao redor da família Alves.

Ele até se precaveu contra mim.

No entanto, pelo que ele sabia, Henrique Serena havia devolvido o objeto ao seu lugar original.

Por que Marcos Pacheco acreditaria que eles o levaram?

— Chefe, deixe-me ir...

Sebastião Rocha estava deitado na cama ao lado, com a cintura enfaixada.

Na noite anterior, embora ele tenha detido Tiago Dourado e seus homens, ele mesmo ficou gravemente ferido.

Os homens de Murilo Vieira reviraram a Cidade R inteira antes de encontrá-lo sob a margem de um rio.

— Não.

Murilo Vieira balançou a cabeça.

— Fique no hospital e descanse. Assim que se recuperar, volte para o Grupo Domingos e não deixe que Serena descubra nada.

— Esse homem foi capturado e torturado por Marcos Pacheco por minha causa. Se eu não for, quem sabe o que mais ele terá que suportar.

— Mas, chefe, sua saúde...

— Não se preocupe, não vou me arriscar.

Murilo Vieira estreitou os olhos.

Serena Alves abriu uma gaveta e entregou-lhe um cartão.

— Tire umas longas férias, vá ver seus pais e seu irmão. Este cartão, use como quiser.

— Obrigada, Serena.

Viviane Lacerda não fez cerimônia, guardou o cartão e saiu do escritório.

O silêncio voltou a reinar no escritório.

Um brilho frio passou pelos olhos de Serena Alves.

Ela então pegou o celular e ligou para o Dr. Cruz.

— Dr. Cruz, a gravação que lhe enviei antes pode provar que Gabriel Serra e Vera Barbosa conspiraram para me enganar e me fazer ser uma barriga de aluguel?

Antes, por falta de provas suficientes sobre a barriga de aluguel, o processo de divórcio dela e de Gabriel Serra foi suspenso.

— Srta. Alves. — disse o Dr. Cruz. — Embora gravações secretas não possam ser usadas como prova principal, com esta gravação, a credibilidade das provas que apresentamos anteriormente ao tribunal aumentará.

— Além disso, a polícia entrou em contato comigo. Eles encontraram novas evidências sobre o fato de o diretor Serra tê-la usado como barriga de aluguel.

— Que bom.

Ao ouvir isso, um brilho feroz passou pelos olhos de Serena Alves.

Parecia que, desta vez, ela não só conseguiria se divorciar de Gabriel Serra, mas também o levaria à ruína.

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