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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1227

Ela não agia mais por impulso. Sabia que este era o território dele, cercado por seus homens. Não importava o quanto ela insistisse, ele não a deixaria simplesmente ir embora.

Então, ela precisava traçar uma rota de fuga usando a inteligência.

Enquanto ponderava sobre isso e caminhava pela área externa, avistou de repente uma erva peculiar crescendo na ilha.

Uma ideia lhe ocorreu — ela tinha um jeito...

Colheu um punhado e voltou para a casa.

Quando Albus, que já estava prestes a procurá-la após notar sua ausência prolongada, a viu entrar com os braços cheios de folhagens.

"Sério? Você saiu para colher mato?" Albus lançou-lhe um olhar de desamparo.

"Você não entende nada. Isso não é mato, é comida da boa." Kendra lançou as palavras por cima do ombro e passou por ele, indo direto para a cozinha.

Albus seguiu o rastro dela com o olhar. Comestível?

Ele a acompanhou até a cozinha.

Com os braços cruzados, encostou-se no batente da porta. "Vai preparar algo bom?"

"Preciso fazer algo para mim. Se eu continuar comendo sua culinária tenebrosa, corro o risco de ser envenenada." Kendra o ignorou e começou a trabalhar.

Ele não saiu; ficou ali, apenas observando.

Ele ouvira do filho que o menino já havia provado da comida dela, o que o deixou morrendo de inveja. Por isso, desta vez, ele evitou chamar o chef e cozinhou propositalmente algo horrível para empurrá-la para a cozinha.

Agora ela estava lá. Não era um banquete sofisticado, mas ainda era algo feito por suas mãos. Mesmo que ela não planejasse alimentá-lo, ele daria um jeito desavergonhado de roubar uma mordida.

Kendra manteve a simplicidade — ovos batidos misturados com as ervas finamente picadas, fritos na frigideira como tortilhas de ovo.

As ervas não pareciam grande coisa, mas uma vez fritas com os ovos, exalavam um aroma suave e limpo.

Como havia colhido bastante, preparou uma quantidade generosa de tortilhas.

Albus disse: "Não tem como você terminar tudo isso sozinha. Eu ajudo." Ele estendeu a mão enquanto falava.

Recém-saídas da frigideira, as tortilhas estavam escaldantes. Ele puxou a mão num solavanco, engolindo a dor da queimadura — de jeito nenhum deixaria que ela risse dele.

"Haha... Ganancioso, hein? Se queimou? Dói?" Kendra não se deu ao trabalho de esconder o deboche.

Albus manteve o rosto imperturbável, apesar da dor. "Nem um pouco."

As sobrancelhas dele se uniram, uma tempestade se formando em seus olhos. Após alguns segundos de um silêncio tenso, ele prendeu o pulso dela novamente sem dizer uma palavra e a forçou a voltar para o quarto.

"Albus, que tipo de birra é essa?" Kendra queria que os guardas comessem mais, mas ele estava furioso.

De volta ao quarto, Albus confiscou todas as tortilhas restantes. "Nenhum estranho encosta na sua comida." Com isso, ele as levou para a sala de jantar para devorá-las sozinho, como um patriarca zeloso de seu território.

"Ei, você—" Kendra engoliu um xingamento, chamando-o de mesquinho mentalmente.

Observando-o comer com tanto apetite, ela não pôde evitar uma leve curva nos lábios. Tudo bem. Deixe que ele coma mais.

Naquela tarde, Kendra foi para o quarto descansar e avisou a Albus para não incomodá-la.

Ele teve que se acomodar no sofá da sala. No instante em que se deitou, o sono o atingiu como um golpe, e ele apagou profundamente.

Kendra não dormiu. Ela não podia. Ficou atenta a qualquer movimento do lado de fora.

Pela janela, ela observou. Os homens de Albus haviam escorregado até o chão, encostados na parede, apáticos e cochilando.

Parecia que aquelas ervas nas tortilhas estavam fazendo efeito. Assim que todos estivessem em sono profundo, ela teria sua chance de sair dali.

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