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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1226

Ela ficou atônita por um segundo, então recobrou os sentidos e tentou afastar as mãos dele. "Saia de cima de mim."

Ele apenas apertou o abraço. "Esta noite você ficará aqui e dormirá comigo." Sem rodeios, apenas uma exigência.

"Albus, você é tão descarado!", ela rebateu.

"Sim, eu sou descarado. Sou um canalha. Chame-me do que quiser — desde que você fique."

Kendra: "..."

Isso era falta de vergonha em um nível totalmente novo.

"E se eu for embora?"

Dormir ao lado dele? Ela nunca conseguiria pregar o olho.

"Então eu usarei a força. Ou farei algo para obrigar você a ficar."

Seus nervos se retesaram. "O que você vai fazer?"

"Como... continuar de onde paramos." A mão dele deslizou para o colarinho dela, os dedos enganchando nos botões.

"Albus! Toque em mim e eu mato você!" Ela desferiu uma cotovelada certeira para trás.

Ele a girou novamente e a imobilizou, os olhos cheios de uma arrogância prepotente que a fazia querer gritar. "Kendra, encare os fatos. Se eu não estivesse me contendo, você já estaria nua. Se quiser uma noite de sono decente, comporte-se e pare de lutar contra mim, ok?"

"Eu quero dormir! Só não consigo dormir na mesma cama que você!" A fúria ardia nela.

"Este é o meu último desejo egoísta. Depois deste mês, não vou incomodá-la novamente. Apenas me dê esta noite, está bem?"

A voz dele baixou, carregada de um traço de amargura e tristeza.

Não. Isso tinha que ser outra armadilha. Ela não ia cair nessa.

"Solte-me." Dividir a cama com ele era garantia de pesadelos.

Ele não respondeu. Seus braços se travaram ao redor dela, suas pernas se enroscaram e a pressionaram para baixo, como se ele tivesse se fundido a ela.

Kendra se contorceu, mas não conseguiu se libertar.

Ela explodiu: "Eu disse para me soltar. Ouviu?"

O homem atrás dela continuou sem responder, segurando-a sem sequer um tremor.

"Albus, não se faça de morto. Solte!"

Silêncio. Ele apenas a apertou com mais força.

Logo, ela ouviu uma respiração constante atrás dela. Ele realmente havia adormecido?

"Albus, pare de fingir." Como um homem dormindo ainda poderia ter aquele tipo de força no aperto?

Mas ele manteve a farsa, não importava o que ela dissesse, oferecendo zero reação. E ela ainda não conseguia escapar de seus braços.

Depois de se lavar, ela desceu as escadas. Albus já a esperava na sala de jantar.

Um olhar para a comida e suas sobrancelhas se franziram. "Você fez o café da manhã de novo?"

Albus olhou para cima, erguendo uma sobrancelha. "Quem mais? Acha que meus dotes culinários estão melhorando?"

Ela observou os ovos fritos — bordas um pouco queimadas, mas muito melhores que o desastre carbonizado de ontem.

Ainda assim... fritar ovos não deveria ser difícil.

"Você não ia trazer um chef?" Ela se sentou. Além dos ovos, ele tinha feito sopa de frutos do mar.

"Ele está vindo, mas não é tão rápido trazê-lo para cá."

Kendra tomou uma colherada da sopa de frutos do mar. Suas sobrancelhas recém-suavizadas franziram-se novamente. "Você não colocou sal? Está totalmente sem sabor."

"Achei que tivesse colocado. Sem gosto?" Albus provou uma colherada. "Acho que esqueci." Ele disse a um guarda próximo: "Vá buscar o sal na cozinha."

Kendra: "..."

Mais dois dias da comida dele e ela seria envenenada — com sal ou sem sal.

"Coma você." Seu apetite morreu. Ela se levantou e saiu.

Se fosse antes, ela teria partido para cima dele com unhas e dentes ao amanhecer, custasse o que custasse, e teria saído dali de qualquer maneira.

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