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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1222

Ela virou-se bruscamente, atordoada. Era Albus. Ele realmente tinha ido atrás dela — e a nocauteou friamente.

As pernas de Kendra cederam e, antes que ela atingisse o chão, ele interveio e a segurou.

Albus embalou o peso macio e quente dela em seus braços. Seus dedos longos roçaram as mechas escuras em sua têmpora, sua voz soando baixa e densa na noite, como um veludo que não desbota. “Kendra, você é a única coisa que me restou.”

Ele a carregou diretamente para o carro e entrou.

O motorista ligou o motor, afastando o veículo da villa, e Albus não foi para casa.

Ele levou a inconsciente Kendra direto para o aeroporto, embarcou em seu jato particular e voou para a pequena ilha que havia comprado para ela quatro anos atrás.

...

Kendra acordou com o vai e vem das ondas. Abriu os olhos em uma cama desconhecida, em um quarto desconhecido...

Não — não totalmente desconhecido...

Esta era a pequena ilha para onde Albus a trouxera para clarear a mente quatro anos atrás. Ela tinha ficado exatamente neste quarto.

Por que Albus a trouxera para cá?

Ela sentou-se num solavanco. “Ah —” Uma dor aguda pulsou na base do crânio, fazendo-a sibilando de dor.

Aquele bastardo do Albus a tinha nocauteado na noite anterior.

Ela se estabilizou e estava prestes a sair da cama quando a porta se abriu e Albus entrou.

“Acordou?” Ele caminhou em sua direção, calmo como sempre.

Kendra o fixou com um olhar gélido, a raiva faiscando intensamente. “Que diabos você pensa que está fazendo me arrastando para cá?”

Albus não recuou. “Eu te disse. Quero que você fique comigo por um mês.”

Kendra o encarou, além de furiosa. “Você é doente.”

“Sim. Eu sou doente. Então me faça companhia. Não é muito tempo — apenas um mês. Depois disso, você estará livre. Não aparecerei na sua frente novamente”, disse ele, parecendo falar sério.

Kendra não acreditou em uma única palavra.

“Meus pais nunca deixaram lembrança nenhuma. Isso foi mentira sua. Você me enganou e depois me arrastou para cá. Certo?” retrucou ela.

Albus assentiu. “Você realmente me conhece.”

A paciência de Kendra explodiu como um fusível — furiosa por ter caído naquela cilada.

Albus franziu a testa. “Leia não é minha mulher. Ela é...” Ele se interrompeu.

Ele se calou, e isso só deixou Kendra mais certa de que ele e aquela mulher tinham dormido juntos.

“Viu? Você nem consegue terminar sua mentira. Não consegue enganar a si mesmo e acha que pode me enganar?” Os olhos dela ficaram frios. “Então pare de dizer que sou sua mulher. Isso faz minha pele arrepiar de nojo.”

Ela soltou o colarinho dele e virou-se para a porta.

Albus sabia exatamente para onde ela iria e alertou: “Isto é uma ilha. Sem a minha autorização, você não sai daqui.”

“Você —” Kendra girou de volta, com um olhar assassino. A fúria transbordou. Ela marchou até ele e agarrou o colarinho novamente. “Odeio não ter trazido minha arma.” Com ela, ela colocaria uma bala bem entre os olhos dele.

“Você é uma mulher. Não fique falando de armas e mortes o tempo todo. Isso não é para você”, disse ele com um suspiro baixo. Ela deveria ter sido uma herdeira mimada com guardas ao seu redor. Ela não deveria ter que puxar um gatilho.

“Você acha que eu quero?” Um humor amargo brilhou em seu olhar. “Mas agora eu sei — armas são úteis para caramba. Pelo menos elas me protegem.” Ninguém carrega esse tipo de coisa a menos que precise.

Albus observou a sombra nos olhos escuros dela se aprofundar, sua voz tornando-se mais rouca. “Você nunca mais precisará disso.” A arma dela era para uma pessoa — ele.

“Mas eu preciso agora.” Ela sustentou o olhar dele, frio como gelo.

Albus mudou de tática. “Agora mesmo, você precisa escovar os dentes, lavar o rosto e descer para tomar o café da manhã.”

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