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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1132

Ela não pôde deixar de se sentir um pouco melancólica.

O falecimento repentino do velho senhor tornava inadequado que ela continuasse a fazer companhia a Jessie.

Ela ligou para Jessie para explicar a situação.

Jessie não pôde insistir. Pelo telefone, disse: “Então, por favor, aceite meus pêsames. Estou melhorando aos poucos agora. Não se preocupe comigo. Venha me ver quando tiver um tempo”.

“Tudo bem. Certifique-se de cuidar bem de si mesma e do bebê. Me ligue se precisar de qualquer coisa.” Jessica desligou apressada. Ela também precisava ajudar com os preparativos do funeral do avô.

Jessie encarou a tela enquanto ela escurecia, perdida em seus próprios pensamentos.

Ainda há pouco, Jessica lhe dissera na ligação que o acidente de carro de seus pais fora uma fatalidade e que ela não deveria remoer o assunto.

Ela deveria acreditar em Jessica. Mas o mal-estar a cutucava, como algo sob a pele. Não parecia ser tão simples.

E agora, não restava mais ninguém que pudesse ajudá-la a investigar a colisão.

Um calor recaiu sobre seus ombros quando alguém colocou um paletó por trás, trazendo o perfume familiar e o calor de um homem.

Antes que ela se virasse, ouviu a voz grave de Albus: “Por que você está aqui fora com algo tão leve, perdida em devaneios?”

Ela estava sentada no balanço do jardim, o sol se pondo ao oeste enquanto a noite se aproximava sorrateiramente.

Ao vê-lo retornar, ela escondeu o olhar sombrio e sorriu. “Não tenho nada para fazer — estava apenas entediada sozinha.”

Albus sentou-se ao lado dela e olhou ao redor. “Por que não tem ninguém com você?” O que aquelas criadas estavam fazendo — esperando que algo desse errado?

“Ser seguida todos os dias parece estar cumprindo pena, então eu disse a elas para ficarem lá dentro e não me incomodarem.”

As sobrancelhas de Albus se franziram. “A culpa é minha. A partir de amanhã, trabalharei de casa e ficarei com você.”

Um brilho surgiu nos olhos de Jessie. “Sério?”

“Por você, nada é impossível.”

Ela se aninhou feliz nos braços dele e soltou um suspiro suave. “Diga-me — eu realmente não tenho amigos, exceto a Jessica? Por que ninguém vem me ver? Meus relacionamentos eram tão ruins assim antes?”

Pressionada contra o peito dele, ela não viu a hesitação cruzar o rosto dele.

Neste momento, ela estava isolada de todos, porque ele não queria que ela tocasse no passado. Qualquer pessoa que pudesse informá-la sobre o que aconteceu naquela época havia sido discretamente afastada.

Jessie notou que ele havia ficado estranhamente quieto. Ela ergueu a cabeça e captou o leve franzir de testa, o tom gélido em sua expressão.

“Duvido seriamente que esteja falando de mim.” O temperamento dela agora era calmo como um lago.

“Não preciso inventar histórias. Se isso não fosse verdade, por que você não teria nenhum amigo agora?”

Albus queria que essa ideia fosse plantada profundamente, para que ela não continuasse perguntando por que ninguém vinha visitá-la.

Jessie começou a acreditar. Ela suspirou, cansada e triste. “Tudo bem. Sem amigos, então.” Pelo menos ela ainda tinha Jessica, uma boa irmã.

Vendo seu rostinho franzido de frustração, ele apertou o queixo dela e encontrou seu olhar. “Se você ficar em casa o dia todo, acabará definhando. Vou fazer algumas ligações e te levar para sair. Para refrescar a cabeça.”

“Sério? Você vai me levar para sair?” Ela estava ficando louca trancada naquela casa.

O sorriso dela explodiu em luz e, sem pensar, Albus se inclinou para beijá-la.

A mão de Jessie pressionou o peito dele. “O que você está fazendo?”

“O que você acha?” A voz dele ficou rouca. Ele afastou a mão dela e cobriu sua boca sem pedir licença.

Ela inclinou a cabeça, aceitando seu beijo dominador, sentindo a possessividade bruta emanando dele.

Su Haitang ouvira dizer que Albus estava no jardim e estava indo para lá quando, do nada, avistou os dois se beijando perto dos balanços.

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