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O Pai Bilionário do Meu Filho romance Capítulo 1131

— Sim, por favor, venha comigo agora.

Elise congelou e, em seguida, apressou-se a empurrá-lo para frente. — Vá. Entre lá.

Jim lançou-lhe um olhar longo e profundo e seguiu a enfermeira para a sala de emergência, com o rosto retesado por uma preocupação que não diminuía.

Lá dentro, ele viu o avô na cama, com um ventilador sobre o nariz e a boca, o peito subindo e descendo com dificuldade. A situação era grave — muito grave.

— Vovô! — Jim correu para a beira do leito e segurou a mão do velho, sentindo um peso esmagador em seu peito.

Os olhos turvos do senhor encontraram o neto. Ele usou o pouco de força que lhe restava para retribuir o aperto, com os lábios tremendo. — A... Jim... — Ele estivera à espera dele.

— Vovô, sou eu. Os médicos estão tratando o senhor. Vai ficar tudo bem.

Mas o patriarca sabia exatamente onde estava. — Eu conheço meu corpo melhor do que eles. Ouça... quando eu me for, você cuidará da Propriedade Nielsen... — Sua respiração tornava-se mais difícil a cada palavra.

Uma dor aguda rasgou o coração de Jim. — O que o senhor está dizendo? Não vai a lugar nenhum!

— Você me ouviu? — O avô apertou sua mão com mais força, a voz reduzindo-se a um sussurro.

Jim estava ficando ansioso. — Eu tenho administrado a Propriedade Nielsen sem problemas. O senhor não precisa se preocupar com isso.

— Faça-a mais forte. Entendeu? — O olhar do avô fixou-se nele, inabalável.

— Pode contar comigo. A Propriedade Nielsen só prosperará sob o meu comando — disse Jim, acrescentando em seguida: — Mas o senhor precisa melhorar para ver isso com seus próprios olhos...

O avô ofegou algumas vezes e sussurrou com a voz rouca: — Eu verei lá de baixo...

— Vovô! — A voz de Jim tornou-se áspera. Algo obstruía sua garganta; doía até para respirar.

— Eu tentei afastar você dela antes. Agora não posso mais controlar nada. Viva como quiser... eu estava errado naquela época...

Pela primeira vez, encarando a figura frágil na cama, Jim sentiu-se verdadeiramente impotente.

— Vovô, pare de falar. Vou chamar o médico...

O avô segurou sua mão novamente. — Não. Eu só queria ver você uma última vez. Faça o que eu lhe disse...

Sua voz desapareceu e seus dedos escorregaram da mão de Jim.

Jim percebeu o que estava acontecendo. O choque o atingiu em cheio, arrancando um grito bruto de seu peito. — Vovô!

— Sra. Hensley, chegou em boa hora. Por favor, fale com o Sr. Nielsen. O velho faleceu. Ele precisa viver o luto. Não há mais nada que possamos fazer — disse o médico rapidamente para Elise.

Nesse momento, Jim a soltou e lançou um olhar frio e mortal para o médico. O homem recuou e saiu apressado.

Elise segurou a mão de Jim, com a voz suave e firme. — Jim, deixe o vovô partir em paz. O que precisamos fazer agora é preparar o funeral dele.

Ele olhou para ela, com os lábios cerrados, em silêncio. Sua mandíbula rígida dizia tudo — ele estava se afogando em dor.

Ela se aproximou e o abraçou primeiro. — Nascimento e morte fazem parte da vida. O vovô apenas foi para outro mundo continuar vivendo. Não deixe que isso o destrua.

Quem sabe se as palavras dela realmente surtiram efeito, mas o olhar dele tornou-se profundo enquanto sustentava o contato visual. — Desculpe. Hoje deveria ser um casamento inesquecível. Agora estou fazendo você preparar um funeral comigo.

Ela fez uma expressão severa. — Não é assim que se diz. Sou sua esposa agora. Estarei ao seu lado, não importa o que aconteça.

As palavras dela tocaram uma corda sensível nele. Seus olhos suavizaram-se, depois escureceram com emoção. — Obrigado por entender.

A notícia do falecimento do patriarca espalhou-se rápido, e os parentes dos Nielsen começaram a prantear no corredor do hospital.

Jessica entrou mais tarde para ver o avô uma última vez. Ela não esperava que um homem que se manteve forte a vida inteira partisse assim, de uma hora para outra.

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