Como o patriarca da Mansão Nielsen, o Sr. Nielsen nunca precisou cozinhar. Por isso, vê-lo fritando ovos para as duas agora já era uma visão rara.
A verdade é que ele não possuía muitas habilidades culinárias.
“Comam enquanto está quente.” Ele não se sentia nem um pouco constrangido por não saber cozinhar como Joseph.
A mãe e a filha entraram no jogo, já que tudo aquilo tinha sido comprado no início da manhã por Albus, que fora o responsável por todo o trabalho braçal.
“Eu amo os bolinhos de camarão do Yipinge mais do que tudo”, disse Jessie.
Ao ouvir isso, o Sr. Nielsen deslizou o prato inteiro de bolinhos de camarão para a frente dela. “Então, estes são todos seus.”
“Obrigada, papai. Você e a mamãe deveriam comer também.” Jessie não era do tipo que guardava comida só para si. Ela até pegou um bolinho para cada um deles.
“Obrigada por compartilhar comigo, Jessie.” Elise notou que sua filha estava falando muito mais do que nos últimos dois dias — quase como seu eu habitual — e finalmente soltou um suspiro de alívio.
Ela estava apavorada de que a sombra psicológica sobre Jessie pudesse se transformar em algo pior.
“Mamãe, você deveria agradecer ao papai por nos trazer um café da manhã tão farto.” Foi a primeira vez que Jessie viu seu pai na cozinha, e ela sentiu que precisava valorizar o momento.
“Obrigada”, disse Elise ao Sr. Nielsen.
Ele não estava acostumado a vê-las sendo tão educadas, mas tinha que admitir que a vibração agora era realmente reconfortante.
Pensando bem, os três não se sentavam para um café da manhã assim há muito tempo.
Ele lançou um olhar para a mulher ao seu lado — especialmente para ela. Era difícil imaginar que ela voltaria a se sentar calmamente para comer com ele.
Naquele momento, Joseph entrou com uma sacola de mantimentos frescos e se deparou com a cena calorosa dos três comendo juntos.
“Joseph, você chegou! Venha tomar café conosco”, disse Jessie alegremente, sem perceber a mudança no clima. “Meu pai preparou tudo isso.”
O sorriso de Joseph ficou um pouco rígido. “Vocês já começaram? Eu ia preparar o café para vocês.”
Elise olhou para as compras em suas mãos. Ficava claro que ele tinha saído cedo para comprá-las e corrido de volta para cozinhar.
Ele não esperava que o Sr. Nielsen já tivesse organizado tudo.
“Você pode descansar hoje e se sentar conosco”, disse ela com um pequeno sorriso.
Joseph aproximou-se, analisou a mesa e não pôde deixar de erguer uma sobrancelha. “Tudo isso foi feito pelo Sr. Nielsen?”
O Sr. Nielsen arqueou uma sobrancelha elegante. “O quê? Eu não posso cozinhar?”
Os olhos azuis do Sr. Nielsen se estreitaram. “Eu só preparei o café para elas. Não tem muita coisa.” Tradução: nada para Joseph.
“Tudo bem. Eu só quero provar — para satisfazer minha curiosidade sobre seus dotes culinários”, disse Joseph, sem acreditar que o Sr. Nielsen pudesse fazer algo realmente bom.
Ele pegou uma pequena tortinha de carne e deu uma mordida. O sabor… estava à altura de um chef de hotel de luxo.
Impossível. O Sr. Nielsen não poderia cozinhar tão bem.
Ainda duvidoso, ele provou um bolinho de camarão. Novamente, perfeito.
Observando as expressões mutáveis do outro, o Sr. Nielsen deu-lhe um meio sorriso. “E então? Minha comida não é nada má, certo?”
Joseph torceu o lábio. “Ainda é pior que a minha, mas… aceitável.” Ele jamais admitiria que o Sr. Nielsen poderia ser melhor.
Jessie não conseguiu evitar uma risadinha. Ela não esperava que o papai fosse enganar as pessoas assim. Deveria contar a verdade a Joseph?
Elise não ficou surpresa. Aquele era apenas o jeito dele — mentindo com uma expressão séria como se não fosse nada.
“Jessie, qual é a graça?” Joseph perguntou.
Ela balançou a cabeça, lutando contra outra risada. “Nada.” Ela achou que era melhor não entregar o papai.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Pai Bilionário do Meu Filho
Hummm, hora de descobrir que o bebê é filha da Jéssica....
Esse Neil é realmente louco, mas um louco engraçado gostei desse personagem muito bom....
CriCriCri...estou sem palavras, o cara se matou por causa de uma louca que já se foi, que lealdade macabra....
Vixi coitado do Arthur, acho que eles vão acabar matando essa criança,essa mulher não conhece algo parecido como gravador de um celular ou caneta gravadora, falta mais emoção nesta história e astúcia também por parte da protagonista....
Aliás está mansão não tem câmeras, nunca vi isso 😕. Hoje em dia até casas mais simples tem câmeras....
Falei, se Charles não aparece essa mãe não é capaz de defender seu próprio filho,acho esse personagem fraco sem habilidades de defesas tanto físicas quanto moral. Está criança vai sofrer muito se não souber se defender sozinho do inimigo...
Vamos lá, quem casa quer casa, ela não é obrigada a compartilhar de sua vida de família de três com ninguém ,ainda mais com os seus inimigos jurados, então sim sair deste lugar seria estrategicamente uma opção muito melhor, não significa fugir da guerra mas planejar estratégias muito melhor e de quebra defender seu filho, que com essas cobras aí vai ser alvo fácil com certeza....
Se impor faz bem de vez em quando sabia....
O que rapaz , faça logo um escarcéu e pronto que que é isso eu em, ninguém pode separar os filhos de seus pais e quem é este velho para falar assim dela só porque tem dinheiro é isto mesmo? Hoje rico amanhã pobre....😡😡😡...
Garota esperta, é isso ai só espero que não se torne obcecada para destruir o casamento deste casal, lindo, que romântico esses dois....