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Me Satisfaça, Daddy romance Capítulo 147

Ponto de vista de Apollo.

Inferno. Ela ainda vai ser o motivo da minha morte.

Cada segundo perto dela roubava a droga do meu ar. Meu corpo tinha deixado de ser meu no momento em que a toquei, e agora vendo ela esguichar sobre mim como se nem se importasse, cada grama de controle que me restava estava evaporando.

Ela era de tirar o fôlego. Cada arco de suas costas, cada tremor, cada estremecimento de suas coxas, cada suspiro e lamento; era uma sinfonia que eu morria de vontade de ouvir. E vendo-a assim, completamente perdida e minha neste momento, meu próprio pau latejava com força dentro dela.

Eu estive perto antes, mas agora, depois de vê-la esguichar sobre mim, encharcada e sem vergonha, não havia como terminar rápido. Eu tinha que levar meu tempo. Tinha que vê-la esguichar de novo. Tinha que memorizar cada detalhe e queimá-lo em minha mente.

Mantive as mãos em seus quadris, agarrando-a e mantendo-a exatamente onde eu queria. Meu olhar permaneceu travado em seu rosto corado.

— Quero ver de novo. — Rosnei, a voz densa de desejo.

Ela mal teve a chance de recuperar o fôlego antes de eu bater meus quadris contra os dela em uma estocada forte. O arfar dela me atingiu como um choque elétrico, o corpo dela dando um solavanco contra o meu.

— Quero ver você esguichar no meu pau de novo, princesa.

— Mmmfffp! — Os olhos dela se arregalaram, sobrecarregados. Minhas mãos enterraram-se em sua cintura, puxando-a para baixo contra mim a cada estocada. Meu próprio prazer surgia, cada parte de mim ansiando por ceder, mas eu me segurei. Precisava testemunhar cada espasmo de seu corpo trêmulo.

— É-é demais... acho que não aguento mais. — Sussurrou ela, a voz tremendo enquanto tentava se afastar de mim e do prazer que eu lhe proporcionava. Ela realmente achou que poderia escapar.

Não parei, nem sequer diminuí o ritmo.

Minha mão travou em seu quadril, arrastando-a de volta para o meu pau. Cada vez que ela tentava recuar, eu a puxava para mais fundo, forçando-a a aceitar tudo de mim.

— Você aguenta, princesa. — Rosnei contra seu ouvido, meu hálito quente em seu pescoço.

— Você vai aguentar.

O corpo dela deu um salto com minhas palavras. Ela choramingou, tentando respirar através das ondas que eu estava arrancando dela.

Me inclinei mais perto, pressionando minha testa contra a dela enquanto cerrava os dentes, enterrando-me dentro dela. Ela tremia, gemendo, os quadris agarrando-se a mim, e eu não conseguia ter o suficiente.

Ela era minha, e eu estava determinado a vê-la quebrar de novo e de novo, a senti-la perder-se inteiramente em mim.

Não demorou muito.

— D-de novo! — Arfou ela.

— Apollo, eu quero—

— Você disse que era demais. — Murmurei sombriamente, estocando mais fundo apenas para sentir aquele suspiro agudo que ela sempre dava quando eu alcançava o fim dela.

— Mas você ainda está aceitando. Você ainda está encharcando o meu pau.

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