༺ Amara Wild ༻
O calor no quarto pulsava, a cada toque de Domenico intensificando a chama que ardia entre nós. Suas mãos, mestras em despertar o desejo, deslizaram pelas minhas curvas, desvendando a pele que clamava por ele.
A lingerie, antes uma barreira, agora jazia no chão, um convite silencioso à entrega. Ele se afastou, a silhueta imponente contra a luz, e meus olhos o seguiram, famintos por cada movimento.
Sua cueca deslizou, revelando a extensão de sua masculinidade, um espetáculo que me prendeu a respiração.
“Merda, isso vai doer. Me ferrei… ” o pensamento ecoou em minha mente, o nervosismo tingindo minhas bochechas.
Ele sorriu, como um predador satisfeito, e se inclinou, o hálito quente sussurrando em meu ouvido:
— Relaxe, minha ursinha. Apesar do tamanho, prometo que a dor será substituída pelo prazer. Meu “amiguinho” aqui vai te levar a um êxtase que apagará qualquer receio.
O rubor escalou meu corpo, a audácia de suas palavras me deixando sem fôlego. Ele riu, e voltou a me envolver, os lábios selando os meus em um beijo voraz.
A boca quente desceu pelo pescoço, marcando a pele com beijos ardentes, enquanto as mãos exploravam cada centímetro do meu corpo, acendendo um fogo que me consumia.
Seus lábios encontraram meus seios, sugando e mordiscando com uma precisão que me fez arquear as costas, um gemido escapando dos meus lábios.
Suas mãos massageavam o outro seio, apertando e acariciando, antes de dar-lhe a mesma atenção. Ele alternava entre os dois, me deixando sem fôlego, antes de descer pelo meu abdômen, sua boca deixando um rastro de fogo na pele sensível.
A minha respiração já era um suspiro quando ele chegou às minhas coxas, beijando e mordiscando a pele macia. Ele ergueu os olhos, um sorriso malicioso brincando nos lábios.
— Mal posso esperar para provar você — sussurrou, os dedos deslizando com delicadeza pela minha intimidade, provocando um arrepio que percorreu meu corpo.
— Domenico… você está me deixando sem jeito… O que vai fazer? — perguntei, a voz embargada pelo desejo.
O sorriso dele se alargou, os olhos faiscando com luxúria.
— Vou saborear seu néctar, direto da fonte — respondeu, cheio de promessas.
Antes que eu pudesse responder, seus lábios tocaram minhas coxas, beijando a pele cada vez mais perto da minha intimidade.
Quando finalmente chegou ao meu ponto mais sensível, a língua começou a trabalhar com uma precisão que me fez perder o ar.
— Ah, Domenico… — o gemido escapou dos meus lábios, incontrolável.
Ele ergueu os olhos, o sorriso provocador.
— Isso mesmo, minha ursinha. Entregue-se ao prazer — sussurrou, a voz um convite à entrega total.
A cada movimento da língua dele, meu corpo respondia com uma intensidade que eu nunca havia experimentado.
Minhas mãos se enroscaram nos cabelos dele, puxando-o para mais perto, incentivando-o a me levar ao limite.
Ele riu, um som baixo e satisfeito, e continuou a explorar cada parte de mim, me levando a um estado de êxtase absoluto.
Se afastou, somente o suficiente para me provocar, os dedos brincando com minha intimidade, circulando o ponto de prazer com uma lentidão torturante.
— Gostoso, não é? — perguntou, seu olhar fixo no meu.
— Sim… muito… — murmurei, o corpo tremendo de desejo.
Ele voltou com mais fervor, a língua e a boca se movendo com uma possessividade voraz, como se quisesse me reivindicar por completo.
Mordi os lábios para conter os gemidos, mas era inútil. Ele me levava a um lugar onde só existia prazer, e eu me entreguei, rendida.
Meu corpo tremeu quando o ápice do prazer me atingiu, uma onda de êxtase que me dominou por completo.
Ele ergueu o rosto, os olhos brilhando com satisfação, e passou o polegar pelos meus lábios, um gesto possessivo.
— Foi bom, minha ursinha? — sussurrou, a voz rouca, a mão acariciando minha coxa.
Assenti, sem fôlego, as palavras presas na garganta. Ele riu, satisfeito com a minha reação.
— Ótimo. Porque agora… é a sua vez — disse, levantando-se da cama, a imponência do corpo nu dominando o quarto.
Os movimentos eram lentos, quase torturantes, enquanto a mão deslizava pelo próprio corpo, revelando a excitação que o consumia. Meu rosto queimou quando percebi o que ele fazia.
— Não precisa ter vergonha — disse ele, com malícia. — Vou te ensinar.
Ele guiou minha mão, os dedos tocando a pele quente e tensa. Os olhos se fecharam, um gemido grave escapando dos lábios.
— Isso… continue assim, para cima e para baixo. Pressione um pouco mais… — sussurrou, incentivando-me.
Segui as instruções, nervosa, mas determinada. A reação dele, os sons que escapavam dos seus lábios, me davam uma sensação de poder que eu nunca havia sentido antes. Ele abriu os olhos, fitando-me com intensidade, e acariciou meu rosto.
— Agora… abra a boca para mim — ordenou, a voz rouca e sedutora.
Engoli em seco, mas obedeci. Ele sorriu, um sorriso que me tranquilizou.
— Relaxe. Confie em mim — disse, a voz suave.
Me entreguei, deixando-o me guiar, mesmo quando tudo era novo e intenso. Seu corpo reagia de forma avassaladora, mas ele sempre tinha palavras de incentivo, me guiando pelo labirinto do prazer. Quando atingiu o limite, segurou meu rosto com firmeza.
— Não desperdice meu leite. Seja uma boa menina para mim. Engula tudo — ordenou, dominante.
Obedeci, o sabor salgado e quente invadindo minha boca. Ele riu, satisfeito com a minha reação.
— Salgado, não é? — perguntou, um sorriso divertido nos lábios.

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