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Dominada Pelos Irmãos Beltron romance Capítulo 13

༺ Luca Beltron ༻

Olho para Domenico com uma expressão fechada. Ele estava lá, tranquilo, com esse sorriso cínico e satisfeito, tomando seu uísque enquanto a garota, a mesma mendiga de antes, agora estava irreconhecível.

Ela se estava linda, radiante. Não que eu não pudesse admitir que ela tinha seu valor, mas ver Domenico tão confortável com isso me incomodava. Nao era possível que ele quisesse ficar com ela só para ele.

Jamais foi assim que as coisas funcionam entre nós. Sempre dividimos, e fomos iguais nessa questão. Eu não deixaria ele tirar a exclusividade da diversão de todos.

Essa garota poderia ser submissa, sim, mas todos nós teríamos direito a ela. Sempre foi assim.

Me virei para Domenico, que não tirava os olhos dela, e disse, tentando manter o tom de controle:

— Eu preciso conversar com o Pietro e o Enzo sobre isso.

Domenico olhou para mim, seu olhar ainda focado na garota, mas seu sorriso não desapareceu. Ele deu um riso sarcástico e, sem pressa, responde:

— Não demore muito, Luca. Estou com fome. O dia foi cansativo!

Nem preciso dizer mais nada. Me afastei e fui direto até Pietro e Enzo, que ainda estavam observando a cena.

Pietro, como sempre, está mais calado, mas seus olhos não mentiam. Enzo, por outro lado, parecia estar apreciando a visão.

— Como vai ser isso? — comecei, minha voz tensa, mas controlada. — Não dá para acreditar que aquela mendiga virou essa mulher maravilhosa e gostosa na nossa frente.

Enzo deu uma gargalhada baixa, o brilho de desejo nos olhos.

— Eu não vou deixar o Domenico comer ela sozinho. Ela está irresistível. Não tem como deixar ele ter exclusividade. Ela é nossa também. — Ele falou com um sorriso arrogante, como sempre.

Pietro, mais calmo, mas igualmente decidido, olhou para a garota antes de falar:

— Concordo. O contrato vale para todos. Não vamos deixar ele decidir por nós. Se a garota vai ser submissa, então que seja para todos nós. — Disse com firmeza, mas de maneira mais estratégica. Sabíamos como as coisas funcionavam.

Passei a mão na barba, absorvendo as palavras dos meus irmãos. A garota estava transformada, mas o jogo de poder não mudaria. Todos nós éramos dominantes, todos queriam ela, e ela teria que se submeter a isso.

O prazer que ela proporcionaria seria para todos, e nós não deixaríamos que Domenico tomasse tudo para si.

Ela era mais um objeto de desejo, uma diversão que deveríamos compartilhar. Isso não seria diferente agora.

Olhei para Domenico e para a garota, agora com mais clareza: a disputa estava apenas começando, e ninguém sairia de mãos vazias.

Me virei para Pietro e Enzo, meus irmãos, cada um com a expressão tensa, mas determinada. Não podemos deixar que Domenico tomasse o controle absoluto disso.

O jogo de poder era para todos nós, e ninguém ia ficar para trás. Eu, com um sorriso cínico, disse:

— Então, está decidido. Todos vão entrar juntos nessa. Sem medo das consequências, certo? Não estão com medo de pegar alguma doença dela, não é?

Enzo, que parecia mais tranquilo, deu uma risada leve e levantou a taça de vinho antes de falar:

— Relaxa, Luca. Eu sou médico. Ela não tem nada. Vi os exames dela. Se tivesse alguma coisa, já teria aparecido.

Pietro, mais calado, mas igualmente comprometido com a decisão, assentiu.

— Exato. Ela é saudável. Vi os exames também — Ele falou com um tom de confiança.

Respirei aliviado, mas não deixei a minha vigilância diminuir. Olhei para os meus irmãos e disse, sem rodeios:

— Então, está tudo bem. A garota é dos quatro.

Os três concordaram sem hesitar, o olhar deles fixado nela com um misto de desejo e expectativa. Voltei os olhos para Domenico, que não deixou o sorriso cínico escapar. Ele, com um tom sarcástico, respondeu:

— Ótimo já decidiram. Então, todos estão dentro. Agora vamos comer. Estou faminto.

Ele fez um sinal com a mão, mandando a serviçal trazer o jantar. Observava a garota, e uma sensação de prazer cresceu dentro de mim ao perceber que ela parecia um pouco nervosa, desconfortável com o que acabara de ser decidido. Ela não sabia ao certo no que estava se metendo.

Domenico, como sempre, não estava preocupado com nada disso. Pegou uma dose de uísque e olhou para ela de cima a baixo, sua voz suave, mas com uma malícia evidente:

— Prepare-se para uma vida de prazer ao nosso lado, Amara. — Ele sorriu, um sorriso de quem já a imaginava completamente submissa.

Os outros não perderam tempo. Enzo, com aquele brilho malicioso nos olhos, comentou em tom provocador:

— Eu gosto da ousadia dela. Vai ser interessante ver até onde ela vai se submeter.

Pietro deu uma risada baixa e sibilante, mexendo o copo de vinho enquanto olhava para ela com um olhar de pura exploração.

— Vai ser uma diversão e tanto. Gosto de ver mulheres se entregando de corpo e alma.

capítulo 13 1

capítulo 13 2

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