Com a ordem de Bruno, os bandidos avançaram novamente.
A cena tornou-se caótica mais uma vez.
Desta vez foi diferente de antes.
Alguns bandidos também foram para cima de Aeliana.
Aeliana ficou de lado, desviando facilmente.
Observando friamente a cena caótica, ela habilmente tirou uma agulha de prata de sua bolsa de remédios.
Olhou para Bruno com o rosto gelado.
Chegando a um lugar estranho, Aeliana não queria causar problemas.
Mas já que o outro estava procurando a morte, não a culpem por não ser educada.
Com um movimento dos dedos, ela desviou do punho de um bandido, e a agulha de prata voou silenciosamente, cravando-se com precisão na nuca de Bruno.
— Ah!
Bruno soltou um grito repentino.
Todo o seu corpo convulsionou como se tivesse levado um choque, e imediatamente caiu de joelhos no chão com um baque, o rosto pálido.
— Chefe!
Vendo que seu líder caiu, os capangas de Bruno entraram em pânico e correram para cercá-lo.
Bruno estava deitado no chão tremendo todo, olhando para Aeliana com horror.
— O que... o que você fez comigo?
Aeliana estava sem expressão.
— Nada, só queria que você ficasse quieto um pouco.
Bruno engasgou com as palavras de Aeliana.
Mas a sensação da agulha de prata perfurando sua nuca agora tinha sido assustadora demais.
Bruno olhou para Aeliana com olhos aterrorizados.
Aeliana viu o olhar dele e riu com escárnio.
Caminhou lentamente até Bruno e o olhou de cima.
— Se não tem capacidade, não saia por aí provocando as pessoas aleatoriamente.
— Hoje estou de bom humor, então vou te deixar ir por enquanto.
— Se eu te ver de novo...
Outra agulha de prata apareceu em seus dedos, brilhando com uma luz fria.
— Eu não vou te deixar ir tão facilmente.
O olhar gelado de Aeliana não continha emoção alguma.
As pupilas de Bruno se contraíram, e o suor frio encharcou suas costas instantaneamente.
Essa mulher...
Com certeza é um monstro!
Aquela técnica divina de acupuntura de Aeliana! Realmente assustou Bruno para valer.
Caso contrário, quem estaria deitado no chão agora poderia ser ele!
O beco voltou a ficar silencioso.
Aeliana olhou para Décio.
— Não se machucou mais, né?
Décio recuperou-se daquela cena chocante e ouviu as palavras de Aeliana.
Balançou a cabeça e sorriu largo,
— Ah, estou bem, são só ferimentos leves, nada demais!
Antes, quando ele andava por essas ruas, sofria ferimentos piores que esses.
Aeliana soltou um "hum" e caminhou para frente carregando a sacola de remédios.
— Vamos, o Sr. Wallace ainda está esperando pelo remédio.
Décio a seguiu rapidamente, decidindo silenciosamente em seu coração.
No futuro, absolutamente, nunca ofenderia a Dra. Oliveira!
Essa mulher é assustadora demais!
...
Ao longe, na entrada do beco.
Bruno estava sentado no chão, tremendo todo, olhando com horror para as costas de Aeliana se afastando.

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