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Da prisão ao Topo: A Era dela na TI romance Capítulo 57

Não se enganou?

Roberta também se levantou involuntariamente.

Se ele não se enganou, como Pâmela poderia ir para a sala privada do Professor Belmonte?

Ronaldo ponderou.

— Será que a Pâmela está trabalhando como garçonete aqui? Ela não foi promovida rapidamente na BeLa? Não pode estar tão desesperada por dinheiro, né?

Mesmo vendo Pâmela ir em direção àquela sala, ninguém a associaria a qualquer tipo de relacionamento com o Professor Belmonte.

Chegaram até a cogitar se ela estaria trabalhando como garçonete por falta de dinheiro.

Allan comentou.

— O Sr. Lacerda também pareceu ir naquela direção. Será que ele valoriza tanto a Pâmela a ponto de levá-la a um jantar de negócios tão importante?

O rosto de Sandro se fechou, mas ele não demonstrou sua irritação.

Desde que saiu da prisão, Pâmela não voltava para casa e, em vez disso, aparecia frequentemente com Beto em vários eventos.

Sandro não sabia o quão importante ela era para Beto.

Mas as ações de Beto só fariam com que Pâmela ficasse ainda mais relutante em voltar para casa.

Originalmente, ela faria um pouco de birra e depois voltaria para casa, obedientemente, para ter o segundo filho e salvar o primeiro.

Com essa atitude, será que ela estava realmente planejando não salvar mais o filho?

Roberta disse.

— Meu colega disse que o Professor Belmonte recusou todos os convites esta noite para jantar com suas próprias crianças. Por que ele traria o Sr. Lacerda? Será que o Sr. Lacerda tem algum tipo de parentesco com o Professor Belmonte?

Allan respondeu.

— Impossível. Quando tentamos fazer parceria com o Sr. Lacerda, não investigamos o histórico dele?

— Ele é apenas um rapaz pobre e comum, com um talento excepcional, que encontrou a Mestra La do setor, e só por isso alcançou o sucesso de hoje, não é?

Roberta acrescentou.

— Ele nem apareceu na palestra, mas veio para o jantar. Essa é uma tática que precisamos aprender.

A chegada do garçom com os pratos interrompeu a conversa.

Do outro lado, a porta da sala privada se abriu.

Evaldo, que a seguia, disse a Pâmela mais uma vez.

— Apenas coma tranquilamente. O parente da família fala muito, mas nós vamos embora assim que terminarmos.

Pâmela questionou.

— Isso não é meio rude?

Evaldo respondeu.

— O que há de rude nisso?

Enquanto conversavam, os dois entraram na sala privada.

Ela pensava que estava apenas acompanhando Evaldo para um simples jantar de família.

No entanto, ao entrar, ouviu risos e conversas animadas.

Entre eles, duas vozes soavam vagamente familiares.

Os pés de Pâmela paralisaram como se fossem de pedra.

Enquanto seu cérebro girava rapidamente, ponderando se ainda dava tempo de dar meia-volta e sair, o biombo da entrada foi afastado.

Pâmela viu diretamente a pessoa sentada à mesa de chá, não muito longe da mesa de jantar.

Seu olhar se moveu involuntariamente naquela direção, e sua respiração ficou suspensa.

Na mesa, a mão de Beto, que estava servindo água, parou de repente.

Ele olhou na direção dela e ficou atônito.

Seu coração deu um salto, e ele disse, chocado.

— Você não disse que não vinha?

Capítulo 57 1

Capítulo 57 2

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