Com essa garantia, Gerson estava disposto até a arriscar a própria vida.
Ele acelerou o carro, e quando não havia mais ninguém ou outros veículos na estrada, avançou diretamente em direção ao carro de Marília e seus acompanhantes.
Marília e o motorista também perceberam que havia algo estranho acontecendo.
O motorista girou o volante rapidamente, tentando desviar.
Mas o táxi avançou na velocidade máxima, e não havia como ele conseguir desviar a tempo.
“Houve um estrondo!” Um impacto enorme fez com que a lataria do carro ficasse com um grande amassado, e o veículo tombou de lado.
O motorista desmaiou na hora.
Marília também teve a cabeça ferida no impacto, mas ainda mantinha a consciência. Ela viu que seu rosto estava coberto de sangue, e sua visão quase toda tingida de vermelho.
Ela reuniu todas as forças tentando abrir a porta do carro para sair.
Nesse momento, um homem com boné e barba por fazer parou na frente dela, com uma expressão perturbadora.
“Socorro... socorro...”
Marília ainda pensava que tudo não passava de um acidente de trânsito, e não pôde evitar de pedir ajuda.
Gerson não hesitou nem por um segundo, trancou as portas do carro e a fitou friamente.
“Não estou aqui para salvar a sua vida.”
O olhar de Marília se tornou tenso, e seus ouvidos começaram a zumbir.
Gerson continuou: “Estou aqui para tirar a sua vida!”
Marília olhou para ele, incrédula: “Eu... não te conheço.”
Ela não se lembrava desse homem, por que ele queria matá-la?
Gerson se encostou à janela e sentou-se, imitando-a.
“Quer saber por que eu quero te fazer mal?”
Marília assentiu com dificuldade.
Gerson não escondeu nada: “Se quiser culpar alguém, culpe a si mesma por ter maltratado Mafalda.”
Mafalda...
Mafalda...
“Quem é você para ela?” Marília não se conformava em morrer assim.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Arrependimento Dele e a Partida Dela