— Você tem que pedir desculpas à Ema, à avó e a toda a família Amorim — disse outro parente.
Alípio fez sinal de "não" com o dedo:
— Pelo visto, você ainda não percebeu que cometeu um crime. Quando cheguei, já havia chamado a polícia.
Ao ouvir aquilo, Amanda ficou completamente paralisada.
Era impossível. Ela apenas havia trocado as coisas de lugar, que crime tinha cometido?!
Seus olhos se arregalaram instantaneamente, cheios de pânico e incredulidade. Amanda começou a se debater loucamente, tentando se soltar dos seguranças. Seu corpo se contorcia violentamente, como um animal encurralado, desesperada para escapar daquela jaula.
— Me soltem! Soltem-me! Eu não cometi crime nenhum! — Amanda gritava a plenos pulmões, com a voz trêmula e cheia de desespero. Seu rosto ficou pálido e finas gotas de suor brotaram em sua testa.
Ela agitava as mãos com força, tentando se livrar do controle dos seguranças.
No entanto, os seguranças eram fortes e a seguravam com firmeza, impedindo qualquer movimento.
O olhar de Amanda transbordava raiva e indignação. Ela fuzilava Alípio e Ema com os olhos, como se quisesse devorá-los vivos.
Naquele momento de caos, o interior de Amanda era como uma tempestade violenta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Acusada de Traição, Volto com Três Filhos