Nesse momento, Marisa entrou no quarto. Vendo que os dois pareciam falar de algo importante, ela logo adivinhou do que se tratava.
Marisa caminhou lentamente até a cama, sentou-se ao lado de Emerson e, com os olhos marejados, perguntou a Ema:
— Ema, eu conheço bem o jeito da Amanda. Agora há pouco, não a desmascarei na sua frente e ainda olhei para você com desconfiança de propósito. Você ficou magoada comigo?
Ao ver o estado de Marisa e ouvir sua explicação, Ema balançou a cabeça:
— Não, mãe. Eu entendo que ela esteja abalada agora.
— Ah... — Marisa suspirou pesadamente e continuou: — Minha filha, eu...
Ema segurou rapidamente a mão de Marisa, tentando confortá-la:
— Mãe, eu entendo tudo. Vamos com calma.
Ao ver Ema sendo tão sensata, Marisa se sentiu muito mais aliviada.
E Ema, depois das últimas palavras de Emerson e da atitude de Marisa, também se sentiu mais tranquila. Eles a reconheciam de coração como filha, e isso já era o suficiente.
Nesse momento, Emerson deu um tapinha no ombro de Marisa:
— Pronto, não chore mais. Eu e a Ema estávamos falando sobre as ações da Amanda.
Ao ouvir isso, Marisa enxugou rapidamente as lágrimas nos cantos dos olhos e olhou para Ema:
— Filha, a Amanda não quer abrir mão das ações agora. Os seus tios e aquela tia se dão muito bem com ela, principalmente o seu avô, que também gosta muito dela. Então, de agora em diante, quando encontrar qualquer um deles, mantenha a postura e o respeito de alguém mais jovem, pelo menos para não despertar antipatia. Se eles resolverem se meter nessa questão da Amanda, vai ficar ainda mais difícil de lidar. Entendeu?
Ema assentiu, pensativa.
Emerson continuou:


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