Alípio respondeu:
— Ela estava me implorando para interceder por ela.
Ema franziu a testa:
— Só isso?
Alípio assentiu.
Ema não viu nenhum sinal de mentira em seus olhos, então não perguntou mais nada. Sentiu-se um pouco mais aliviada. Apenas abriu a porta do carro e entrou.
Ao ver que Alípio também estava prestes a abrir a porta, Givaldo o puxou para o lado e avisou:
— Eu mesmo vou levá-la para casa. Não é assim que se conquista uma mulher.
Alípio olhou para trás e não teve escolha a não ser desistir. Em seguida, perguntou a Givaldo:
— Você já marcou com o Fidel?
Givaldo assentiu, com expressão melancólica:
— Sobre o meu pai, eu já contei tudo por videochamada. Amanhã à noite, depois que Ema se encontrar com ele a sós, quero marcar uma reunião para a noite seguinte. Vai ser lá em casa. Ah... já estou prevendo outra tortura.
Alípio deu um tapinha no ombro dele:
— Embora Amanda seja inocente, o fato é que ela desfrutou de tudo o que pertencia à Ema durante todos esses anos. Em outras palavras, isso é uma devolução. Eu não tenho o direito de me meter nos assuntos da sua família, mas proteja bem a Ema. Ela já sofreu injustiças demais. Quando isso passar, nós vamos discutir uma estratégia contra a família Pacheco.
Depois de dizer isso, Alípio foi embora sem olhar para trás.
Givaldo fumou um cigarro e, depois de se acalmar um pouco, voltou para o carro.
Ema perguntou de imediato:
— Sobre o que vocês conversaram? Foi sobre a Thaísa?

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