Ele os chamou com um aceno e Lucretia e Rhys foram até ele.
— Tá tudo bem, Darick?
O jovem olhava ao redor, com receio. A testa dele estava repleta de gotas de suor. ele tirou algo do bolso.
— Eu não sei o que é isso, Rhys. Mas estava escondido no fundo da bolsinha daquela mulher loira esquisita — Darick disse e estendeu a mão, fechada sobre algo, em direção à do Alfa. Ao olhar para o que tinha agora, Rhys viu o pequeno frasco. — Não sou lobo nem expert, mas isso aí é esquisito. Fede pra valer! Quase vomitei!
Lucretia olhou para o pequeno frasco na mão de Rhys e o pegou, quase em câmera lenta. O que era aquilo? Seria wolfsbane? Mas humanos não sentiam cheiro ruim com aquela erva.
As mãos de Lucretia tremiam quando ela tirou a pequena tampa e nem precisou aproximar o frasco do rosto, o cheiro exalava, pelo menos para ela e Rhys. Ele cobriu o nariz com a mão e tirou o frasco de Lucretia, tampando-o em seguida, enquanto prendia a respiração.
— Ah, que horror! — ele exclamou, baixinho para não atraia a atenção de ninguém. — E Darick, por que foi cavucar as coisas dela? Isso foi perigoso!
O jovem estufou o peito.
— Eu sou parte do bando, não sou? E mesmo não sendo — ele deu de ombros —, você é meu amigo. É claro que eu ia dar uma força!
Lucretia parecia que tinha visto um fantasma.
— Isso aí não é algo que um lobisomem carregaria. Nem um humano. Não um humano comum — ela olhou para Rhys. — Precisamos do Martin. Agora. Se isso for o que eu penso, meu pai está correndo um perigo de morte bem debaixo do nosso teto.
Eles foram atrás do Beta, Rhys ligou para ele — sim, um telefone tinha sido providenciado! — e o Beta chegou até eles rapidamente, encontrando-se na ala médica.
— O que aconteceu?
Rhys estendeu o frasco para ele.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna.