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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 152

Rhys virou-se ao ouvir aquilo, afinal, ele era um forasteiro naquele lugar.

Os jovens o encararam de cima a baixo e o que estava mais à frente sacudiu a cabeça.

— Acha que pode simplesmente chegar aqui e não cumprir as regras?

A última coisa que Rhys queria era problema. Por isso, ele falou de maneira humilde.

— E quais são as regras? Eu não as conheço. Peço desculpas se fui desrespeitoso.

Os jovens se olharam e riram, exceto o “líder” deles, que fez sinal com uma das mãos para que os outros se calassem. E eles o fizeram.

— Escuta aqui, tá querendo bancar o espertinho, é isso mesmo?

— De forma alguma — Rhys respondeu. Ele não sabia quantos anos ele mesmo tinha, mas sabia bem que aqueles rapazes eram bem mais novos. Por isso, também resolveu ter mais paciência.

“ — Você é um Alfa! Por que vai simplesmente abaixar a cabeça para esses garotinhos? Eles são humanos e não são líderes de verdade!”

Aquela era a voz mais intensa e interna que Rhys ouviu antes. Isso o alarmou imediatamente, afinal, da última vez, ele acabou se transformando em um tipo de fera e atacou os que o intimidavam. Aquela “voz” faria o mesmo com aqueles rapazes?

“ — Eles são só crianças” — Rhys disse. “ — Não há motivo para atacá-los.”

“ — É, mas eles têm bastões e não parecem amigáveis. Apenas… não deixe que eles te intimidem!”

— Tá ignorando a gente? — o líder perguntou.

— Eu acho que ele tá tirando uma com a nossa cara! — outro falou.

— Ou ele pode ter algum problema — um terceiro arriscou.

— Se ele tem um problema, a gente pode consertar ele! — o líder, um rapaz moreno usando uma touca na cabeça e um casaco sem mangas, falou e bateu com o taco na própria palma da mão. — Rapidinho a gente dá jeito nesse imbecil.

Rhys percebeu que as pessoas em volta pareciam ter medo daqueles jovens, o que não fazia sentido, afinal, eles eram apenas cinco. E ali tinha muito mais gente.

— Não quero um problema. Como podemos resolver esse mal-entendido?

O líder soltou uma lufada de deboche.

— Mal-entendido? Escuta só, velhote, passa o dinheiro pra cá. São pelo menos cinquenta dólares!

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