Embora Julia Cavalcante realmente não quisesse admitir.
Mas nestes dois anos, Lucas Valente foi um promotor muito qualificado.
Ele realmente cumpriu a frase de lutar pelas injustiças dos fracos.
Independentemente do relacionamento deles.
Lucas, em sua essência, era uma pessoa muito íntegra e boa.
— Que bom. O que você quer saber?
Julia perguntou muitas coisas sobre a Família Lima e se Priscila Lima havia deixado muitas pistas na noite do incidente.
A babá falou muito. No final, ela disse de repente: — Ah, um tempo atrás, a Pri me trouxe um pen drive escondida.
— Ela me pediu para guardar e, quando chegasse a hora certa, viria me pedir.
Os olhos de Julia brilharam.
— Pode me deixar ver?
A babá assentiu com força, com os olhos cheios de súplica.
— Srta. Cavalcante, não sei em quem mais a Pri, doente, pode confiar. Só você ajudaria ela.
— Já que você veio por conta própria, vou entregar isso a você. Por favor, você precisa ajudá-la.
— Senhora — Julia segurou a mão dela, com um tom suave e firme —, fique tranquila, farei o máximo que estiver ao meu alcance.
— Porque a Priscila foi acusada injustamente. Mesmo que ela não tenha uma família por trás para protegê-la, com pessoas como nós se importando com ela, ela ainda tem esperança.
A babá já estava com o rosto coberto de lágrimas. Ela apertou a mão de Julia, falando de forma um pouco desconexa:
— Obrigada, obrigada...
...
Meia hora depois, Julia voltou para o carro. Ela não falou primeiro, visivelmente desanimada.
Lucas olhou para ela e pegou um copo de leite quente.
— Se você não comer, seu estômago não vai doer? Beba um pouco de leite quente.
Julia levantou os olhos para olhar para ele, com o olhar cheio de tristeza.
— Quando você comprou isso?

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