— Cynthia. — Yadson olhou para Cynthia com uma expressão apaixonada.
Ele a observou avidamente por um momento, estendendo os braços para pegá-la no colo e levá-la embora.
A mão de Yadson se estendeu, mas antes que pudesse tocar Cynthia, ele foi empurrado para o lado por uma força tremenda.
Pego de surpresa, Yadson cambaleou e quase caiu.
Empurrado com violência, Yadson virou-se, furioso, lançando um olhar feroz, mas de repente toda a sua raiva se dissipou.
Anselmo estava diante dele, olhando-o de cima, com os olhos frios como se cobertos por uma camada de gelo.
A presença de Anselmo era tão imponente que Yadson, intimidado por seu olhar e temendo um mal-entendido, tentou se explicar.
— Sr. Machado, a Cynthia não parece bem. Eu só estava preocupado com ela...
Ao ouvir isso, Anselmo baixou os olhos para Cynthia.
Vendo o estado dela, a expressão de Anselmo endureceu.
Ele tirou o paletó, cobriu-a com ele e pegou o celular para fazer uma ligação.
Logo, o dono do bar veio correndo, curvando-se e tentando agradar Anselmo.
— Sr. Machado, eu não sabia que o senhor viria hoje, não pude recebê-lo adequadamente...
Anselmo não tinha paciência para conversa fiada.
— Feche o bar, verifique as câmeras e encontre quem drogou minha esposa. — Anselmo estreitou os olhos, que brilhavam com uma luz fria. — Caso contrário, pode fechar este bar para sempre.
O dono do bar, tremendo, respondeu.
— Sim, eu... eu vou verificar agora mesmo...
Anselmo, sem dizer mais nada, pegou Cynthia no colo e saiu.
O dono do bar olhou para Lisa e Berta, desmaiadas no camarote.
Sabendo que eram amigas da Sra. Machado, ele soube o que fazer sem que Anselmo precisasse dizer mais nada.
Ele instruiu algumas funcionárias a levarem Lisa e Berta para um hotel e acomodá-las, enquanto ele mesmo ia verificar as gravações das câmeras de segurança.

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