Yadson estava muito ansioso, seu tom de voz tornou-se involuntariamente agressivo enquanto agarrava os ombros de Lisa e a sacudia, como se tentasse trazê-la de volta à sobriedade.
— Yadson, o que você está fazendo? Solte-a! — Cynthia, que acabara de voltar do banheiro, viu Yadson segurando os ombros de Lisa.
Cynthia se aproximou rapidamente e empurrou Yadson com força.
— Solte-a!
Ao ouvir a voz familiar e ver que Cynthia estava bem, Yadson finalmente se sentiu aliviado.
— Cynthia.
A figura alta do homem bloqueou a luz, projetando uma sombra sobre ela.
Cynthia ergueu o rosto para olhá-lo, franzindo a testa, seus olhos brilhantes e úmidos cheios de raiva, como um gatinho eriçado.
Yadson sentiu um comichão no coração.
Tão fofa, dava vontade de beijá-la.
— Yadson, o que você está fazendo aqui? — A voz de Cynthia era, como sempre, agradável de ouvir.
Ao ouvir Cynthia chamar seu nome, Yadson sentiu uma onda de emoção percorrer seu corpo.
— Cynthia, beba um pouco menos.
A preocupação nos olhos de Yadson era genuína.
Ele estendeu a mão, tentando pegar a de Cynthia.
— Cynthia, eu te levo para casa. Onde você mora?
Os olhos de Cynthia estavam cheios de impaciência e aversão.
Ela deu um tapa forte em sua mão.
— Saia daqui!
Vendo o quanto Cynthia o desprezava, Yadson não insistiu para não passar mais vergonha.
— Suas amigas estão bêbadas. Se você tiver dificuldade para levá-las para casa sozinha, pode me chamar para ajudar. Vou ficar te observando dali, para evitar que pessoas mal-intencionadas te incomodem.
Cynthia lançou-lhe um olhar frio.
— Para mim, você parece a pessoa mal-intencionada.
— ...
Yadson não disse mais nada e se afastou, voltando para o seu lugar.

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