João fechou a expressão e fez um movimento. Assustado, Sales gritou histericamente:
— Esse grupo invadiu esta noite, feriu muitos dos nossos e causou um caos por aqui! Se isso chegar aos ouvidos do chefe, estaremos todos encrencados! É melhor prendê-los para compensar o erro! Peguem todos!
Ivan e Breno já haviam cerrado os punhos, prontos para lutar.
Isaque gritou de raiva: — Ei, ei, ei! Vocês entendem o que estou dizendo, certo? Não dissemos para entregarem o Sales para ficarem em paz? Estão cansados de viver?!
Ele naturalmente não queria um tiroteio. Não porque estivesse com medo, mas porque muitas daquelas pessoas eram bandidos perigosos. Se lutassem de verdade, ele tinha medo de que seu bom amigo se machucasse. Se algo acontecesse com ele, o grupo de lobos e tigres do Grupo Freitas aproveitaria a chance para dividir seu poder e até derrubá-lo. E tantos anos de planejamento teriam sido em vão.
Um tigre feroz tem medo de uma alcateia de lobos!
— Parem de ouvir as besteiras dele! Peguem todos!!
Assim que Sales terminou de falar, o som estridente e urgente de uma sirene pegou todos de surpresa.
Vários carros pretos entraram em fila e cercaram a todos.
— Puta que pariu! Outro grupo? São amigos ou inimigos? — Isaque sussurrou no ouvido de João novamente, mas já segurava a arma secretamente.
O rosto bonito do homem continuava frio, e seus olhos não mostravam nenhuma reação.
Ao ver as placas dos carros pretos, a expressão de todos mudou na hora!
Eram do exército!
A porta do carro se abriu e um jovem de uniforme militar saiu. Os outros subordinados bateram continência em uníssono, mostrando sua alta patente.
O militar caminhou diretamente até João sem dizer uma palavra.

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