Arthur foi para a mansão naquela noite. Ele precisava de respostas. Encontrou sua avó, Dona Helena, em seu escritório.
— Vovó, me conte. — ele pediu, a voz crua. — Me conte o que eu fiz com ela. De verdade.
Dona Helena o observou por um longo momento.
— Você tem certeza de que quer saber? A ignorância, às vezes, é uma bênção.
— Eu preciso.

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