A notícia das prisões explodiu como uma bomba em Nova Esperança.
Pedro Rocha, o herdeiro bilionário, e Isabela Ferraz, a renomada cirurgiã, presos em uma conspiração de assassinato, vingança e abuso. Era o escândalo da década.
As manchetes dos jornais gritavam os detalhes sórdidos. A história da vingança geracional dos Rocha. A teia de mentiras e crimes de Isabela.
A reputação de ambos foi destruída em questão de horas. Seus nomes, antes associados ao poder e ao prestígio, agora eram sinônimos de desgraça.
No hospital, a equipe que antes desprezava Clara agora a olhava com uma mistura de admiração e medo. Ela não era uma vítima. Era uma sobrevivente que havia derrubado dois gigantes.
Júlia Montenegro emitiu um pedido público de desculpas a Clara, confessando seu papel em espalhar os boatos de Isabela.
A família Farias, em uma tentativa de salvar o que restava de sua reputação, ofereceu um acordo financeiro multimilionário a Thiago Mendes, que ele, por conselho de Clara, aceitou.
A justiça, rápida e brutal, estava limpando o tabuleiro.

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