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Poxa, Cara, Para de me investigar! romance Capítulo 364

Todos se viraram na direção do som.

Eles viram uma figura esguia, com uma mão apoiada em um vaso decorativo ao lado, saltar no ar e, com uma velocidade e precisão incríveis, desviar da colisão com os copos e as bebidas.

Os movimentos foram fluidos, estilosos e impressionantes.

Fabiano Matos acabara de descer pelo acesso exclusivo e, através do vidro espelhado, viu toda a cena se desenrolar, seus olhos se aprofundando ligeiramente.

Essa habilidade não era simples.

O "homem" estava bloqueado por dois guarda-costas, e só se podia ver seu terno preto e seu corpo ligeiramente curvado.

Essa silhueta...

Fabiano Matos parou por um instante, com as mãos nos bolsos da calça do terno, seus olhos escuros e profundos fixos à distância.

— Senhor Matos, algum problema?

Lúcio não entendeu e também olhou, confuso.

Não era apenas um garçom que esbarrou acidentalmente em um cliente?

— Nada.

Ficou em silêncio por alguns segundos, e o homem, sem jeito, esboçou um sorriso, com um toque de ironia.

Ele realmente estava louco de saudade daquela garota.

Chegou a achar que as costas daquele homem tinham certa semelhança com as dela.

Raffi agora deveria estar sentadinha na sala de aula, prestando atenção na lição.

— Envie uma garrafa de vinho como pedido de desculpas ao cliente. — Fabiano Matos desviou o olhar com indiferença e disse em voz baixa e fria: — Vamos dar uma olhada na área interna.

— Sim, Senhor Matos.

Lúcio respondeu respeitosamente e abriu a porta do corredor.

Quase no momento em que ele se virou, a garota, que estava de cabeça baixa, virou-se.

Assim que ela se firmou, um homem de terno, com um crachá de "Gerente", aproximou-se com um sorriso radiante.

— Senhor, peço desculpas pelo incômodo. — Dizendo isso, ele pegou uma garrafa de vinho de valor considerável e a ofereceu respeitosamente: — Esta garrafa de vinho é um presente para os senhores. Espero que se divirtam no Cassino do Submundo.

Ao ver a marca do vinho, as pupilas de Adler se dilataram.

Esta garrafa custava, no mínimo, seis dígitos.

Que generosidade, digno do soberano do Continente M.

— Sim.

Hugo e Adler a seguiram imediatamente.

Ao passar pelo gerente, os olhos de Adler não conseguiram evitar olhar mais uma vez para o vinho, e ele suspirou pesadamente.

A raiva da chefe provavelmente só passaria quando ela esfaqueasse o chefão da "Bandido X".

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O Cassino do Submundo tinha uma área construída de 500 mil metros quadrados, com mais de mil funcionários só de serviço.

O cassino era dividido em dez andares. O primeiro andar abrigava o salão de festas e uma área de jogos completa, com blackjack, stud poker, pôquer e caça-níqueis, de tudo um pouco.

A maioria das pessoas gostava de jogar stud poker, onde uma única mão podia significar uma fortuna ou a ruína completa.

Além disso, restaurantes, lojas, clubes e cinemas privados estavam distribuídos pelos vários andares, oferecendo de tudo.

Em um cassino tão vasto, quem vinha pela primeira vez precisaria de um guia.

Caso contrário, seria fácil se perder.

Hugo e Adler vieram pela primeira vez, seguindo de perto os passos do chefe, percorrendo o interior magnífico.

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