Isadora Maia pressionou os lábios vermelhos e uma camada de frieza se formou no fundo de seus olhos.
— Vá.
O Doutor G2 sorriu fraco e observou Isadora se afastar. Falou em voz baixa: — Volte cedo. Se o plano de captura do seu pai der certo, o laboratório terá muito trabalho.
Ele estava muito curioso para saber se aquela garota excepcional era portadora da Mutação Gênica.
— Não haverá imprevistos. — Isadora afirmou.
Como a presa entregue na porta iria escapar?!
—
Saindo do laboratório.
Isadora seguiu para o estacionamento subterrâneo.
Enquanto caminhava, pegou o celular para ligar para Cássio.
Ao virar a esquina, uma sombra pulou de trás de um carro.
— Quem está aí?
O rosto de Isadora mudou, e instintivamente tentou pegar a arma na bolsa, mas o oponente foi mais rápido.
Antes que pudesse ver o rosto da pessoa, sentiu uma picada no braço e um líquido frio foi rapidamente injetado em seu corpo.
Em menos de três segundos, o corpo de Isadora cambaleou. Sua visão escureceu e ela caiu no chão.
Desmaiou por completo.
Foi então que o homem, oculto pela escuridão, revelou seu verdadeiro rosto.
Ele jogou a agulha no lixo, ergueu os olhos com indiferença e encarou friamente a mulher no chão. Sem qualquer expressão, disse: — Vocês sabem o que fazer agora.
— Sim, chefe.
Os seguranças assentiram com respeito e arrastaram Isadora para o carro.
O homem gravou um vídeo de Isadora desacordada, desviou o olhar e entrou no outro carro sem nem olhar para trás.
Em seguida.
Abriu o celular e enviou o vídeo.
—
Cassino Imperial.
O ambiente estava à beira de uma explosão. A tensão chegava ao limite.
Dezenas de seguranças armados cercavam Fabiano e Lúcio.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Poxa, Cara, Para de me investigar!