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Poxa, Cara, Para de me investigar! romance Capítulo 313

Um mestre era um mestre.

— Hum. — Rafaela Ribas piscou os olhos, sem dizer muito mais.

Pretendia deixá-lo feliz por mais um tempo.

Minutos depois, Rafaela Ribas pegou outras duas partituras que havia escrito no caminho e as colocou sobre a mesa:

— Irmão André, se você comprar estas duas, aquela é de graça.

Ao ouvir as palavras de Rafaela Ribas, o agente ao lado não conseguiu evitar uma contração no canto da boca.

Pensou que a pequena soberana tinha vindo trazer um presente hoje...

Agora via que ela estava ali para fazer seu irmão André gastar uma fortuna.

André Carneiro ficou surpreso por um momento, mas logo se recuperou e, sem fazer perguntas, acenou para seu agente:

— Traga minha carteira.

Com a carteira na mão, André Carneiro olhou para Rafaela Ribas com carinho e perguntou suavemente:

— Quanto por cada uma? O irmão André compra.

— Com um desconto...

Rafaela Ribas estendeu um dedo, dizendo seriamente.

Cinquenta mil?

Comprar uma partitura de VOICE por cinquenta mil, que pechincha ele estaria conseguindo da irmã?

— Rafaela, mesmo sendo irmãos, o desconto é grande demais. — André Carneiro franziu a testa, preocupado. — Peça mais, seu irmão tem dinheiro.

Rafaela Ribas estreitou os olhos, um sorriso vago pairando em seus lábios, e disse, sílaba por sílaba:

— Cinco milhões por música.

— Cin... cinco milhões? — André Carneiro mal podia acreditar no que ouvia.

— Dez milhões por duas, mais uma de brinde. — Rafaela Ribas sorriu, seus olhos se curvando, sua voz doce e clara. — Com estas três músicas, as vendas do seu álbum no segundo semestre ultrapassarão pelo menos cem milhões.

— Trocar dez milhões por cem milhões, que ótimo negócio, não é?

André Carneiro: ......

O agente: ......

Se ultrapassaria cem milhões, ele não sabia.

Mas o preço da garota era bem salgado.

— Certo, aqui está.

Vendo que ela estava firme, Rafaela recolocou a mão no bolso e continuou a andar para fora, impassível.

— Fabíola, você está bem?

A assistente correu, perguntando preocupada.

A garota estava bastante assustada. Ela lentamente levantou a cabeça, revelando um rosto claro e delicado.

Depois de se recuperar, ela olhou instintivamente para a porta.

Vendo as costas confiantes da outra pessoa, ela sussurrou:

— Ela acabou de sair do camarim de André Carneiro?

A assistente olhou.

Naquela direção, havia apenas o quarto de André Carneiro.

— Parece que sim. — A assistente observou a expressão de Fabíola Matos, seu rosto delicado mostrando descontentamento, e disse cautelosamente: — Deve ser alguém da equipe.

Fabíola Matos apertou os lábios pequenos, movendo os lábios vermelhos sem dizer nada.

Ela tinha dado uma olhada no rosto daquela garota, era incrivelmente bonita, com uma aura excepcional.

Não parecia alguém da equipe, mas sim uma artista de alguma agência...

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