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Poxa, Cara, Para de me investigar! romance Capítulo 312

Embora fosse uma cena de sexo, felizmente as falas não eram muito explícitas.

Pelo dinheiro, ela poderia suportar.

Rafaela Ribas franziu a testa, virou mais uma página e sua expressão mudou instantaneamente.

E aqueles "ah, ah", o que significavam?

A ponta de seu dedo congelou, seus cílios baixos escondendo o rubor em seus olhos, e ela continuou com uma voz fria:

— Não vou aceitar.

Adler, que já estava planejando como gastar o cachê astronômico, ouviu suas palavras e seu sorriso desapareceu na hora.

— Chefe, por quê?

O trabalho era fácil, não exigia que ela revelasse sua identidade e, mais importante... dava dinheiro.

Era perfeito para a chefe!

— Você é solteiro, não entenderia.

Dito isso, Rafaela Ribas desligou o telefone sem piedade.

Ela fechou o zíper do uniforme escolar, cobrindo completamente seu pescoço longo e alvo, e ligou para André Carneiro.

Seu irmão André deveria ter dinheiro.

Do outro lado da linha, Adler virou-se atordoado, olhando para Hugo com uma expressão chocada, e gaguejou:

— A chefe acabou de se exibir com o namorado na minha cara?

— Não. — Hugo, segurando seu café, lançou-lhe um olhar desdenhoso. — Ela foi bem direta.

Adler: ......

— Eu li o roteiro do filme, há muitas cenas íntimas. — Hugo continuou a falar lentamente. — Pedir para a chefe matar alguém, ela provavelmente não piscaria. Mas fazê-la dublar algo assim...

— Você deveria se sentir sortudo por não ter entregado isso a ela pessoalmente. Caso contrário, ela arrancaria sua cabeça.

— É realmente inimaginável como essas palavras soariam saindo da boca da chefe.

Adler engoliu em seco, tocou o próprio pescoço e disse, sem graça:— Receio que apenas Fabiano Matos saiba.

Ao mencionar Fabiano Matos, Hugo franziu a testa, parando de beber seu café, sua expressão tornando-se séria.

Além das informações superficiais, não havia nada sobre Fabiano Matos.

— Você veio ver seu irmão André, claro que estou feliz. — André Carneiro sentou-se ao lado de Rafaela Ribas, pedindo para que trouxessem algo para ela comer.

— Oh.

Rafaela Ribas comeu uma maçã, seus cílios longos sombreando seus olhos claros e brilhantes, que agora continham um toque de malícia.

— Isso é para você.

André Carneiro pegou o que Rafaela Ribas lhe entregou e, com apenas um olhar, seus olhos se arregalaram de surpresa.

— A partitura do grande VOICE?

Embora soubesse que sua irmã era VOICE, tocar naquela partitura inestimável ainda o deixava incontrolavelmente animado.

— Minha querida, obrigado. Estou muito feliz.

André Carneiro segurou a partitura, examinando-a repetidamente.

Era o seu estilo favorito.

Não.

Deveria dizer que a composição era sutilmente escrita, completamente feita sob medida para ele.

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